<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Cachorro Verde</title>
	<atom:link href="http://cachorroverde.com.br/site2009/?feed=rss2" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://cachorroverde.com.br/site2009</link>
	<description>Alimentação Natural para Cães e Gatos</description>
	<lastBuildDate>Fri, 13 Apr 2012 14:13:43 +0000</lastBuildDate>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.3.1</generator>
		<item>
		<title>1o. Curso de AN e dieta cozida para cães e gatos, em SP!</title>
		<link>http://cachorroverde.com.br/site2009/?p=3028</link>
		<comments>http://cachorroverde.com.br/site2009/?p=3028#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 13 Apr 2012 14:10:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sylvia Angélico</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cães]]></category>
		<category><![CDATA[Instruções]]></category>
		<category><![CDATA[Nutrição]]></category>
		<category><![CDATA[Curso de Alimentação Natural]]></category>
		<category><![CDATA[Dietas Caseiras para cães e gatos]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://cachorroverde.com.br/site2009/?p=3028</guid>
		<description><![CDATA[Na quarta-feira do dia 11/04 rolou a primeira edição do nosso curso sobre Alimentação Natural (AN) e dieta cozida para cães e gatos, em São Paulo, no auditório da Globalcode. Infelizmente, uma tempestade absurda deixou as ruas alagadas e o trânsito em situação caótica, o que impediu a vinda de uma parte considerável dos participantes. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="socialize-in-content" style="float:right;"><div class="socialize-in-button socialize-in-button-vertical"><script type="text/javascript">
			<!-- 
				tweetmeme_url = "http://cachorroverde.com.br/site2009/?p=3028";
				tweetmeme_source = "tweetmeme";
				tweetmeme_style = "normal";
				
			//-->
			</script>
                        <script type="text/javascript" src="http://tweetmeme.com/i/scripts/button.js"></script></div><div class="socialize-in-button socialize-in-button-vertical"><script>
			<!-- 
			var fbShare = {
				url: "http://cachorroverde.com.br/site2009/?p=3028",
				size: "large",
				google_analytics: "true"
			}
			//-->
			</script>
                        <script src="http://widgets.fbshare.me/files/fbshare.js"></script></div></div><p style="text-align: justify;">Na quarta-feira do dia 11/04 rolou a primeira edição do nosso curso sobre Alimentação Natural (AN) e dieta cozida para cães e gatos, em São Paulo, no auditório da <strong><a href="www.globalcode.com.br" target="_blank">Globalcode</a></strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">Infelizmente, uma tempestade absurda deixou as ruas alagadas e o trânsito em situação caótica, o que impediu a vinda de uma parte considerável dos participantes. Mesmo assim apareceu um monte de gente vinda do ABC, da capital e até do interior, o que nos fez sentir honradas. (Sério. Só quem esteve em São Paulo nessa quarta sabe o grau do toró que houve! Eram galhos destroçados sobre carros, acessos impedidos, carros boiando por aí. Eu mesma precisei atravessar um pequeno &#8220;rio&#8221; de correnteza fortíssima  para atravessar a rua de  casa e pegar os sanduíches encomendados para o coffee-break do curso.)</p>
<p style="text-align: justify;">Então, com esse cenário imaginem minha felicidade ao ver pessoas chegando, mesmo que atrasadas, no auditório. Auditório que achei bastante satisfatório, aliás, apesar de não contar com estacionamento próprio.</p>
<p style="text-align: justify;">Com início programado para as 18:00 e término previsto para as 22:00, o curso acabou começando de fato lá pelas 18:30, para dar tempo de chegar mais gente. E foi acabar só às 23:00! Contamos com a presença de participantes super interativos e interessados, que fizeram perguntas e teceram comentários sempre muito interessantes. O público era misto: veterinárias e estudantes, uma zootecnista, uma bióloga, gateiras e cachorreiros, adeptos da AN crua e da cozida, e gente interessada em conhecer essas tais dietas naturais.</p>
<p style="text-align: justify;">Quem apresenta o curso é sempre suspeito pra falar já que lá na frente o tempo passa rápido, mas creio ter conseguido cobrir todos os pontos pretendidos e transmitir conhecimentos básicos para compreensão e montagem das dietas crua e cozida. Ao final do curso exibimos um vídeo inédito demonstrando o preparo rápido e seguro de refeições que espero ter ajudado a ilustrar a prática da coisa toda.</p>
<p style="text-align: justify;">Ah! E não podemos esquecer dos biscoitinhos caninos de aveia e de côco preparados com alimentos integrais pela fotógrafa Vanessa Fermino, meu braço direito no Cachorro Verde, que serviram de lembrancinha do evento. Estavam tão gostosos que muita gente escreveu contando que por pouco não sobra um biscoitinho para dar para o cachorro! rs</p>
<p style="text-align: justify;">Bem, com ou sem tempestade fiquei muito feliz com o resultado do curso. Espero que os participantes tenham se divertido tanto quanto a gente! Em breve anunciaremos as próximas edições. Em julho deveremos levar o curso para o Rio de Janeiro e repetiremos a dose em São Paulo, desta vez em um sábado pela manhã. E no semestre que vem, se tudo der certo, estaremos em outros Estados. O critério para um curso acontecer é atingir o número mínimo de 25 inscritos.</p>
<p style="text-align: justify;">Fiquem com as fotos do nosso primeiro evento, by FotoPets!</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://cachorroverde.com.br/site2009/?attachment_id=3030" rel="attachment wp-att-3030"><img class="aligncenter  wp-image-3030" title="_MG_8282" src="http://cachorroverde.com.br/site2009/wp-content/uploads/2012/04/MG_8282.jpg" alt="" width="540" height="360" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://cachorroverde.com.br/site2009/?attachment_id=3031" rel="attachment wp-att-3031"><img class="aligncenter  wp-image-3031" title="_MG_8284" src="http://cachorroverde.com.br/site2009/wp-content/uploads/2012/04/MG_8284.jpg" alt="" width="540" height="360" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://cachorroverde.com.br/site2009/?attachment_id=3032" rel="attachment wp-att-3032"><img class="aligncenter  wp-image-3032" title="_MG_8291" src="http://cachorroverde.com.br/site2009/wp-content/uploads/2012/04/MG_8291.jpg" alt="" width="540" height="360" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://cachorroverde.com.br/site2009/?attachment_id=3033" rel="attachment wp-att-3033"><img class="aligncenter  wp-image-3033" title="_MG_8294" src="http://cachorroverde.com.br/site2009/wp-content/uploads/2012/04/MG_8294.jpg" alt="" width="360" height="540" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://cachorroverde.com.br/site2009/?attachment_id=3034" rel="attachment wp-att-3034"><img class="aligncenter  wp-image-3034" title="_MG_8296" src="http://cachorroverde.com.br/site2009/wp-content/uploads/2012/04/MG_8296.jpg" alt="" width="540" height="360" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://cachorroverde.com.br/site2009/?attachment_id=3035" rel="attachment wp-att-3035"><img class="aligncenter  wp-image-3035" title="_MG_8297" src="http://cachorroverde.com.br/site2009/wp-content/uploads/2012/04/MG_8297.jpg" alt="" width="540" height="360" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://cachorroverde.com.br/site2009/?attachment_id=3036" rel="attachment wp-att-3036"><img class="aligncenter  wp-image-3036" title="_MG_8314" src="http://cachorroverde.com.br/site2009/wp-content/uploads/2012/04/MG_8314.jpg" alt="" width="540" height="360" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://cachorroverde.com.br/site2009/?attachment_id=3037" rel="attachment wp-att-3037"><img class="aligncenter  wp-image-3037" title="_MG_8332" src="http://cachorroverde.com.br/site2009/wp-content/uploads/2012/04/MG_8332.jpg" alt="" width="540" height="360" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://cachorroverde.com.br/site2009/?attachment_id=3044" rel="attachment wp-att-3044"><img class="aligncenter  wp-image-3044" title="_MG_8352" src="http://cachorroverde.com.br/site2009/wp-content/uploads/2012/04/MG_8352.jpg" alt="" width="540" height="360" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://cachorroverde.com.br/site2009/?attachment_id=3038" rel="attachment wp-att-3038"><img class="aligncenter  wp-image-3038" title="_MG_8336" src="http://cachorroverde.com.br/site2009/wp-content/uploads/2012/04/MG_8336.jpg" alt="" width="540" height="360" /></a></p>
<p style="text-align: left;">Bom apetite e uma lambida do Cachorro Verde!</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://cachorroverde.com.br/site2009/?feed=rss2&#038;p=3028</wfw:commentRss>
		<slash:comments>12</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Curso de AN e outras dietas caseiras para pets, em SP!</title>
		<link>http://cachorroverde.com.br/site2009/?p=3001</link>
		<comments>http://cachorroverde.com.br/site2009/?p=3001#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 22 Feb 2012 15:59:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sylvia Angélico</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cães]]></category>
		<category><![CDATA[Cardápios]]></category>
		<category><![CDATA[Cotidiano]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Dúvidas]]></category>
		<category><![CDATA[Gatos]]></category>
		<category><![CDATA[Instruções]]></category>
		<category><![CDATA[Medicina Veterinária]]></category>
		<category><![CDATA[Nutrição]]></category>
		<category><![CDATA[curso alimentação natural caseira]]></category>
		<category><![CDATA[Curso de AN]]></category>
		<category><![CDATA[curso dietas caseiras para cães e gatos]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://cachorroverde.com.br/site2009/?p=3001</guid>
		<description><![CDATA[&#160; Para cuidadores, criadores, veterinários e tutores: Seja o chef do seu peludo! Entenda o que são a AN e a dieta caseira cozida e como preparar você mesmo refeições deliciosas e saudáveis para seu pet de forma segura e prática! Curso voltado para a compreensão de todos os aspectos práticos das dietas caseiras: planejamento, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="socialize-in-content" style="float:right;"><div class="socialize-in-button socialize-in-button-vertical"><script type="text/javascript">
			<!-- 
				tweetmeme_url = "http://cachorroverde.com.br/site2009/?p=3001";
				tweetmeme_source = "tweetmeme";
				tweetmeme_style = "normal";
				
			//-->
			</script>
                        <script type="text/javascript" src="http://tweetmeme.com/i/scripts/button.js"></script></div><div class="socialize-in-button socialize-in-button-vertical"><script>
			<!-- 
			var fbShare = {
				url: "http://cachorroverde.com.br/site2009/?p=3001",
				size: "large",
				google_analytics: "true"
			}
			//-->
			</script>
                        <script src="http://widgets.fbshare.me/files/fbshare.js"></script></div></div><p>&nbsp;</p>
<h2 style="text-align: left;">Para cuidadores, criadores, veterinários e tutores:</h2>
<ul>
<li style="text-align: justify;"><strong>Seja o<em> chef</em> do seu peludo! Entenda o que são a AN e a dieta caseira cozida e como preparar você mesmo refeições deliciosas e saudáveis para seu pet de forma segura e prática!</strong></li>
<li style="text-align: justify;">Curso voltado para a compreensão de todos os aspectos práticos das dietas caseiras: planejamento, compra, cálculos, montagem das porções, complementos, armazenamento, descongelamento, variação dos itens, oferta, como proceder em caso de viagem etc.</li>
<li style="text-align: justify;">Com exibição de vídeo inédito mostrando o preparo prático das porções em casa.</li>
</ul>
<p><a href="http://cachorroverde.com.br/site2009/?attachment_id=3003" rel="attachment wp-att-3003"><img class="aligncenter size-full wp-image-3003" title="curso01" src="http://cachorroverde.com.br/site2009/wp-content/uploads/2012/02/curso01.jpg" alt="" width="693" height="507" /></a></p>
<p>Vagas limitadas &#8211; garanta já a sua!</p>
<p><strong>Observação:</strong> em breve, anúncios dos cursos em outros Estados. Fique ligado!</p>
<p>Bom apetite e uma lambida do Cachorro Verde!</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://cachorroverde.com.br/site2009/?feed=rss2&#038;p=3001</wfw:commentRss>
		<slash:comments>12</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Hiperadrenocorticismo Canino (Doença de Cushing)</title>
		<link>http://cachorroverde.com.br/site2009/?p=2964</link>
		<comments>http://cachorroverde.com.br/site2009/?p=2964#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 08 Feb 2012 17:52:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sylvia Angélico</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cães]]></category>
		<category><![CDATA[Medicina Veterinária]]></category>
		<category><![CDATA[Tratamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Doença de Cushing em cachorro]]></category>
		<category><![CDATA[Hiperadrenocorticismo em cães]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://cachorroverde.com.br/site2009/?p=2964</guid>
		<description><![CDATA[Autoria do texto original (disponível aqui): médica-veterinária Karen Becker Tradução para o português: médica-veterinária Sylvia Angélico &#8220;A Doença de Cushing foi originalmente diagnosticada em um paciente humano em 1932, pelo Dr. Harvey Cushing. Na verdade eu prefiro o termo médico para a desordem: hiperadrenocorticismo. É um nome complicado, mas descreve melhor a condição. “Hiper” significa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="socialize-in-content" style="float:right;"><div class="socialize-in-button socialize-in-button-vertical"><script type="text/javascript">
			<!-- 
				tweetmeme_url = "http://cachorroverde.com.br/site2009/?p=2964";
				tweetmeme_source = "tweetmeme";
				tweetmeme_style = "normal";
				
			//-->
			</script>
                        <script type="text/javascript" src="http://tweetmeme.com/i/scripts/button.js"></script></div><div class="socialize-in-button socialize-in-button-vertical"><script>
			<!-- 
			var fbShare = {
				url: "http://cachorroverde.com.br/site2009/?p=2964",
				size: "large",
				google_analytics: "true"
			}
			//-->
			</script>
                        <script src="http://widgets.fbshare.me/files/fbshare.js"></script></div></div><p><strong>Autoria do texto original (<strong><a href="http://healthypets.mercola.com/sites/healthypets/archive/2010/09/21/cushings-disease-caused-by-pet-stress.aspx" target="_blank">disponível aqui</a></strong>):</strong> médica-veterinária Karen Becker</p>
<p>Tradução para o português: médica-veterinária Sylvia Angélico</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;A Doença de Cushing foi originalmente diagnosticada em um paciente humano em 1932, pelo Dr. Harvey Cushing. Na verdade eu prefiro o termo médico para a desordem: hiperadrenocorticismo. É um nome complicado, mas descreve melhor a condição.</p>
<p style="text-align: justify;">“Hiper” significa “em excesso”, “adreno” se refere às glândulas adrenais, e “corticismo” quer dizer que a síndrome envolve o hormônio cortisol. Hiperadrenocorticismo, traduzido ao pé da letra significa “cortisol em excesso sendo liberado pelas glândulas adrenais”.</p>
<p style="text-align: justify;">A Doença de Cushing é raramente observada em gatos. Essa condição é mais freqüentemente vista em cães.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://cachorroverde.com.br/site2009/?attachment_id=2965" rel="attachment wp-att-2965"><img class="size-full wp-image-2965 aligncenter" title="teckel" src="http://cachorroverde.com.br/site2009/wp-content/uploads/2012/02/teckel.jpg" alt="" width="258" height="226" /></a></p>
<p style="text-align: center;">O Teckel é uma das raças comumente acometidas</p>
<p style="text-align: center;">Fonte: <a href="http://www.vivapets.com/img/race/big_230.jpg" target="_blank">http://www.vivapets.com/img/race/big_230.jpg</a></p>
<h2 style="text-align: justify;">Cortisol: o hormônio do mecanismo de luta-ou-fuga</h2>
<p style="text-align: justify;">O cortisol desempenha uma função muito importante no corpo – é o hormônio do mecanismo de “luta-ou-fuga”. Foi produzido para ser liberado pelas glândulas adrenais de forma intermitente e em pequenas quantidades, quando o organismo do seu cão percebe o estresse.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando, por um motivo qualquer, o corpo aumenta sua demanda por cortisol, as glândulas adrenais começam a produzir o hormônio em grandes volumes, causando toxicidade no</p>
<p style="text-align: justify;">organismo do animal.</p>
<p style="text-align: justify;">A liberação do cortisol pelas glândulas adrenais provoca a liberação de glicose pelo fígado. A glicose – que é açúcar – fornece energia às células dos músculos que o pet vai usar para lutar-ou-fugir – exemplo: quando um cão de repente escapa de um urso – ou quando um gato de rua precisa enfrentar o novo gato macho que invadiu seu território.</p>
<p style="text-align: justify;">A liberação de cortisol, contudo, não se limita a provocar a liberação de glicose e energia para os músculos. Esse poderoso hormônio tem impacto em inúmeras funções importantes do organismo do seu pet, incluindo:</p>
<p style="text-align: justify;">• Pressão arterial</p>
<p style="text-align: justify;">• Equilíbrio de eletrólitos (sais minerais)</p>
<p style="text-align: justify;">• Função imune</p>
<p style="text-align: justify;">• Metabolismo ósseo e gorduroso</p>
<h2 style="text-align: justify;">O excesso de cortisol faz mal</h2>
<p style="text-align: justify;">Seu pet precisa de cortisol em pequenas quantidades, mas quando as glândulas adrenais secretam esse hormônio em excesso, a situação pode se tornar tóxica. <strong>Se seu cão passar por sintomas de estresse crônico, suas glândulas adrenais irão liberar muito cortisol em resposta a esse estresse.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">É importante compreender que o organismo do seu animal não diferencia estresse bom de estresse ruim – para ele, é tudo estresse. Seu cão terá a mesma reação fisiológica a um coelho que surge inesperadamente no jardim que ele terá ao tomar banho no pet shop. O corpo dele interpreta a excitação de ir ao parque e lidar com um tumor maligno da mesma forma.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Os perigos do cortisol em excesso</h2>
<p style="text-align: justify;">O estresse crônico leva à secreção crônica de cortisol em excesso, o que pode resultar em uma infinidade de sérios problemas de saúde, incluindo:</p>
<p style="text-align: justify;">• Hiperglicemia, o que pode levar ao diabetes</p>
<p style="text-align: justify;">• Hipertensão, que pode resultar em doença cardiovascular</p>
<p style="text-align: justify;">• Fome extrema por queimar toda a glicose que sobra</p>
<p style="text-align: justify;">• Adelgaçamento (afinamento) da pele e má condição de pelagem</p>
<p style="text-align: justify;">• Redução da massa muscular e óssea</p>
<p style="text-align: justify;">• Aumento do risco de infecção</p>
<p style="text-align: justify;">Animais que freqüentemente estão secretando em excesso o cortisol podem ser considerados imunossuprimidos. Podem desenvolver infecções em qualquer parte do corpo – onde quer que haja um elo fraco. Infecções gengivais, olhos, ouvidos, pele e o trato urinário são comuns.</p>
<p style="text-align: justify;">Se seu cão tem infecções recorrentes ou uma infecção da qual ele parece não conseguir se livrar, é possível que excesso de cortisol seja o culpado.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://cachorroverde.com.br/site2009/?attachment_id=2967" rel="attachment wp-att-2967"><img class="size-full wp-image-2967 aligncenter" title="Glandula_adrenal" src="http://cachorroverde.com.br/site2009/wp-content/uploads/2012/02/Glandula_adrenal.gif" alt="" width="336" height="276" /></a></p>
<p style="text-align: center;">Fonte: <a href="http://www.peteducation.com/article.cfm?c=2+2097&amp;aid=416" target="_blank">http://www.peteducation.com/article.cfm?c=2+2097&amp;aid=416</a></p>
<h2 style="text-align: justify;">Tipos de Doença de Cushing</h2>
<p style="text-align: justify;">Existem várias formas de hiperadrenocorticismo e pode ser confuso ter cada uma delas em mente. Farei o meu melhor para explicar de uma maneira que torne mais fácil a compreensão delas.</p>
<p style="text-align: justify;">Se você tem um animal diagnosticado com hiperadrenocorticismo, é importante para o bem dele que você saiba exatamente o que está acontecendo. Se seu animal é saudável, quero te ajudar a mantê-lo assim.</p>
<p style="text-align: justify;">As glândulas adrenais são duas glândulas gêmeas cobertas por gordura e localizadas à frente de cada rim do seu pet. Elas são compostas por três camadas:</p>
<p style="text-align: justify;">1. Zona glomerulosa, a camada mais externa e superficial</p>
<p style="text-align: justify;">2. Zona fasciculata, a camada intermediária</p>
<p style="text-align: justify;">3. Zona reticularis, a camada mais profunda</p>
<p style="text-align: justify;">O tipo de hiperadrenocorticismo que seu pet desenvolve depende de qual camada da adrenal estiver secretando hormônios em excesso.</p>
<p style="text-align: justify;">A camada do meio da glândula adrenal &#8211; a zona fasciculata – pode produzir glicocorticóides em excesso e levar ao que é tradicionalmente conhecido como “Doença de Cushing típica”. Glicocorticóides também são conhecidos como esteróides, cortisol, cortisona ou prednisona – essas duas últimas são as versões sintéticas desses hormônios, que os veterinários prescrevem.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Não é incomum o veterinário sem querer induzir a Doença de Cushing típica ao prescrever altas doses de prednisona (corticóide) oral – ou um curso de terapia com corticóides que seja muito longo.</strong> Se seu animal recebeu prednisona por longo período, ele é predisposto a desenvolver a Doença de Cushing.</p>
<p style="text-align: justify;">Enquanto a típica Doença de Cushing envolve a secreção de cortisol em excesso, o hiperadrenocorticismo “atípico” pode ocorrer quando a camada externa da adrenal – a zona glomerulosa – produz em excesso o hormônio aldosterona. A aldosterona é responsável pelo equilíbrio dos sais minerais no corpo do animal. A Doença de Cushing atípica também pode ocorrer se a camada mais interna – a zona reticularis – começar a superproduzir hormônios sexuais, como precursores do estrógeno, progesterona ou testosterona.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Um olhar mais atento à Doença de Cushing ‘típica’</h2>
<p style="text-align: justify;">Já se confundiu com o hiperadrenocorticismo típico e atípico? A forma tradicional da doença, que envolve a produção excessiva de cortisol, tem dois tipos:</p>
<p style="text-align: justify;">1. Doença de Cushing típica dependente da glândula adrenal</p>
<p style="text-align: justify;">2. Doença de Cushing típica dependente da glândula hipófise</p>
<p style="text-align: justify;">De longe, a forma mais comum de hiperadrenocorticismo em pets é a típica dependente da glândula hipófise. Cerca de 85% dos cães que apresentam Doença de Cushing desenvolvem a forma dependente da hipófise, na qual a glândula hipófise – a “glândula mestre” no cérebro – envia um excesso de hormônio estimulante às adrenais. As adrenais respondem secretando uma quantidade excessiva de cortisol.</p>
<p style="text-align: justify;">Nos demais 15% dos casos dependentes da adrenal, um tumor se desenvolve em uma das glândulas adrenais e deflagra uma superprodução de cortisol no corpo do animal.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://cachorroverde.com.br/site2009/?attachment_id=2968" rel="attachment wp-att-2968"><img class="size-full wp-image-2968 aligncenter" title="cushing" src="http://cachorroverde.com.br/site2009/wp-content/uploads/2012/02/cushing.jpg" alt="" width="362" height="205" /></a></p>
<p style="text-align: center;">Cão com hiperadrenocorticismo avançado: pelagem rala, pele fininha, barrigudinho.</p>
<p style="text-align: center;">Fonte: <a href="http://yourownvet.com/wp-content/uploads/2010/08/cushing.jpg" target="_blank">http://yourownvet.com/wp-content/uploads/2010/08/cushing.jpg</a></p>
<h4 style="text-align: justify;"></h4>
<h2 style="text-align: justify;">Quais pets são mais predispostos a desenvolverem hiperadrenocorticismo?</h2>
<p style="text-align: justify;">Conforme mencionei antes, é muito raro os gatos desenvolverem a Doença de Cushing. Na população canina, há certas raças geneticamente predispostas a essa doença, incluindo:</p>
<p style="text-align: justify;">• Terriers (Yorkshires, Silkies, Bull Terriers e Boston Terriers)</p>
<p style="text-align: justify;">• Poodles</p>
<p style="text-align: justify;">• Dachshunds</p>
<p style="text-align: justify;">• American Eskimo Dogs/Spitz</p>
<h2 style="text-align: justify;">Sintomas do hiperadrenocorticismo</h2>
<p style="text-align: justify;">O cortisol é um hormônio diverso, o que quer dizer que em quantidades excessivas ele cria toda uma variedade de sintomas diferentes. A maioria dos cães apresenta alguns desses sintomas, mas não todos a não ser que a doença esteja muito avançada no momento do diagnóstico.</p>
<p style="text-align: justify;">Os sintomas mais comumente observados em cães com a doença no início, incluem:</p>
<p style="text-align: justify;">• Sede e micção aumentadas (que pode levar ao sintoma de incontinência urinária)</p>
<p style="text-align: justify;">• Aumento da respiração rápida (resfolegar)</p>
<p style="text-align: justify;">• Ganho de peso na área abdominal, apesar da redução nas calorias da dieta</p>
<p style="text-align: justify;">• Pele mais fininha (adelgaçamento) e mudança na pigmentação da pele, de rosada à cinzenta ou mesmo escurecida; presença de equimoses (“hematomas”)</p>
<p style="text-align: justify;">• Perda de pelos</p>
<p style="text-align: justify;">• Irritabilidade ou agitação</p>
<p style="text-align: justify;">Muito menos comuns são sintomas de fraqueza nos membros traseiros e formação de coágulos no sangue. A síndrome de Cushing é assim tão diversa em sua sintomatologia porque cada centímetro do corpo do seu animal apresenta receptores para o cortisol. Por conta disso, frequentemente é o aspecto imunossupressor da doença que motiva a primeira consulta ao veterinário.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Se, por exemplo, seu pet sofre de infecções recorrentes do trato urinário ou qualquer infecção da qual ele não consegue se livrar, juntamente com um ou dois outros sintomas</strong> – talvez o afinamento da pele ou o aparecimento de uma barriguinha pendular, <strong>você deve perguntar ao veterinário sobre a possibilidade de a causa desses sintomas ser o hiperadrenocorticismo.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Em meu consultório, a maioria dos cães com Doença de Cushing é enviada a outro profissional após o diagnóstico incorreto de doença hepática. O fígado do animal que sofre de hiperadrenocorticismo fica sobrecarregado pela tentativa de processar o cortisol excessivo na circulação sanguínea. Isso causa uma elevação das enzimas hepáticas alanina aminotransferase (ALT) e fosfatase alcalina (FA).</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Não é incomum o veterinário parar de pesquisar ao ver as enzimas hepáticas elevadas e diagnosticar o problema como sendo uma doença hepática quando na verdade se trata de hiperadrenocorticismo.</strong></p>
<h2 style="text-align: justify;">Diagnosticando a Doença de Cushing</h2>
<p style="text-align: justify;">Sugiro que você guarde com você cópias dos exames de sangue solicitados pelo veterinário. Muitos tutores de cães que receberam a indicação de virem ao meu hospital Natural Pet são surpresos ao descobrir que as enzimas hepáticas de seu pet estiveram elevadas há 2 ou 3 anos seguidos. Eles querem saber por que seu veterinário anterior não mencionou nada.</p>
<p style="text-align: justify;">Infelizmente, muitos veterinários reativos não investigam a possibilidade de hiperadrenocorticismo até que diversos sintomas estejam presentes ou que um cliente entre se queixando que o cachorro de repente passou a fazer xixi pela casa ou está apresentando intensa queda de pelos. A melhor e mais proativa abordagem consiste de tentar prevenir a doença. É por isso que você deve manter cópias dos resultados dos exames de sangue do seu animal e é por esse motivo que cada parâmetro que estiver fora dos valores normais de referência deve ser investigado.</p>
<p style="text-align: justify;">Seu veterinário deve formar com você uma parceria para identificar se seu cão corre risco de desenvolver sintomas de Doença de Cushing ou se já é portador da doença. <strong>Se a fosfatase alcalina de seu pet está elevada, pergunte ao veterinário se poderia ser o início do hiperadrenocorticismo.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O diagnóstico da doença pode ser difícil de obter. É realizado tipicamente por exames de sangue como o “teste da estimulação com ACTH” e o teste de supressão com uma dosagem baixa de dexametasona. Ambos os testes requerem pelo menos duas coletas de sangue para comparar os níveis de cortisol no corpo do seu cão para o diagnóstico definitivo da Doença de Cushing.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando o hiperadrenocorticismo for confirmado, seu veterinário irá querer determinar se é de dependente da glândula adrenal ou da hipófise. Na minha opinião, a melhor maneira de descartar um tumor na glândula adrenal é por meio de uma ultrassonografia abdominal. Alguns veterinários preferem solicitar um terceiro exame de sangue chamado teste da supressão com uma dosagem elevada de dexametasona para determinar se a fonte da produção de cortisol é adrenal ou dependente da hipófise.</p>
<p style="text-align: justify;">Qualquer que seja o método empregado, é importante não apenas estabelecer um diagnóstico definitivo da Doença de Cushing, mas também determinar se a forma da doença é adrenal ou hipofisária. Essa informação irá ajudar você e seu veterinário a determinar as melhores opções de tratamento disponíveis para seu pet doente.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://cachorroverde.com.br/site2009/?attachment_id=2969" rel="attachment wp-att-2969"><img class="size-full wp-image-2969 aligncenter" title="Puppy Scratching fleas" src="http://cachorroverde.com.br/site2009/wp-content/uploads/2012/02/dog-scratching.jpg" alt="" width="354" height="333" /></a></p>
<p style="text-align: center;">Cuidado: a longo prazo, corticóide prescrito contra coceiras pode causar hiperadrenocorticismo</p>
<p style="text-align: center;">Fonte: <a href="http://www.evolutionsupply.com/blog/wp-content/uploads/2011/03/dog-scratching.jpg" target="_blank">http://www.evolutionsupply.com/blog/wp-content/uploads/2011/03/dog-scratching.jpg</a></p>
<h2 style="text-align: justify;">Uma alternativa ao exame diagnóstico mais caro para descartar Doença de Cushing</h2>
<p style="text-align: justify;">Se seu pet tem sintomas da doença, mas você não pode pagar os exames caros requeridos para um diagnóstico definitivo, você pode pedir ao seu veterinário que solicite um exame urinário chamado exame da relação cortisol urinário:creatinina urinária. Esse exame precisa ser realizado usando a primeira urina da manhã. Os resultados irão ajudar seu veterinário a determinar se seu cão está excretando uma quantidade anormalmente elevada de cortisol na urina.</p>
<p style="text-align: justify;">Os níveis de cortisol circulantes em cães saudáveis são bem baixos, então se há um volume mensurável de cortisol na urina do seu peludo, é um indicativo confiável de que a Doença de Cushing pode estar presente e nesse caso é indicado que mais exames sejam realizados. O exame da relação de cortisol urinário:creatinina urinária é um meio menos dispendioso de se descartar a doença. Se os níveis de cortisol urinário do seu cão estiverem dentro dos parâmetros de normalidade, é mais provável que ele não tenha a forma típica da doença.</p>
<p style="text-align: justify;">Outra pista importante pode ser fornecida por um exame de sangue chamado teste da Fosfatase Alcalina Induzida por Glicocorticóides. Muitos cães com doença adrenal apresentam valores de fosfatase alcalina elevada. A fosfatase alcalina pode estar elevada por uma variedade de disfunções corpóreas incluindo doenças óssea, hepática, adrenal e da vesícula biliar. Esse exame pode determinar qual porcentagem do aumento da fosfatase alcalina pode estar sendo causada especificamente por disfunção das glândulas adrenais.</p>
<p style="text-align: justify;">O teste da Fosfatase Alcalina Induzida por Glicocorticóides é um exame simples e eficiente que determina se o animal está caminhando em direção ao hiperadrenocorticismo. Quando tenho pacientes com fosfatase alcalina elevada em exames laboratoriais de rotina e que também estão apresentando sintomas da Doença de Cushing, emprego esse teste simples para determinar se é indicado solicitar outros exames. Infelizmente, na maioria dos casos, a doença é diagnosticada apenas após o desenvolvimento total da doença e aí não há retorno.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma vez que o cão foi diagnosticado com Doença de Cushing já bem estabelecida, ele irá conviver com essa condição para o resto de sua vida. É uma doença horrível, que pode ser controlada em muitos casos, mas jamais curada.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Opções de tratamento</h2>
<p style="text-align: justify;">A maioria dos fármacos empregados para tratar o hiperadrenocorticismo apresentam muitos efeitos adversos indesejáveis. É extremamente importante que você discuta sua preocupação com os possíveis efeitos colaterais de qualquer medicamento que seu veterinário indicar para seu pet. Faça também sua própria pesquisa e mensure seu grau de conforto com a administração de cada fármaco ao seu animal. No meu consultório, não usamos a maior parte dos fármacos indicados para Doença de Cushing porque, na minha opinião, os efeitos colaterais deles são geralmente piores que os sintomas da própria doença.</p>
<p style="text-align: justify;">Além dos efeitos colaterais, os fármacos para hiperadrenocorticismo são bastante caros e requerem monitoramento constante dos parâmetros do sangue para nos assegurarmos de que o tratamento está sendo feito corretamente.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Detectando sintomas precocemente – tire vantagem da “zona cinzenta”</h2>
<p style="text-align: justify;">Identificar a síndrome pré-Doença de Cushing o mais cedo possível e reduzir o risco do seu pet adquirir a doença em sua forma total é a abordagem que recomendo. Os cães não acordam simplesmente e estão com a Doença de Cushing. A doença se desenvolve com o tempo.</p>
<p style="text-align: justify;">Muitos veterinários alopatas (adeptos da linha convencional) se recusam a reconhecer o princípio da disfunção adrenal porque não sabem o que fazer com isso até o paciente receber o diagnóstico da doença já estabelecida com o exame de estimulação do ACTH. O problema dessa abordagem é que leva meses e às vezes até anos para o animal ser oficialmente diagnosticado com a Doença de Cushing.</p>
<p style="text-align: justify;">Muitas doenças degenerativas não são claras – “tem Cushing” ou “não tem Cushing”. A saúde da maioria dos pets com sintomas adrenais e anormalidades discretas em exames diagnósticos não é preta ou branca – habita a “zona cinzenta”. Cães que irão brevemente desenvolver a doença, mas ainda não têm hiperadrenocorticismo estão nessa área cinzenta.</p>
<p style="text-align: justify;">Considero que um cão tem a síndrome pré-Cushing quando ele exibe sintomas da doença, mas conseguiu passar no teste da estimulação com ACTH. O que mais vemos nessa fase são discretas alterações no exame de sangue, o exame da relação cortisol:creatinina urinários tem resultado limítrofe ou elevado e os altos níveis da enzima fosfatase alcalina são induzidos por glicocorticóides (por meio do exame homônimo).</p>
<p style="text-align: justify;">A maior parte dos veterinários alopatas irá simplesmente esperar até que o cão desenvolva a forma total do hiperadrenocorticismo e então irá tratar o animal com fármacos tóxicos. Essa nunca é minha abordagem. Consigo reverter muitos pacientes na fase pré-Cushing com nutracêuticos, ervas chinesas, homeopatia, dieta especial e manejo do estilo de vida (reduzindo o estresse biológico).</p>
<p style="text-align: justify;">Se seu cão tem sintomas de hiperadrenocorticismo, é fundamental encontrar um veterinário adepto das terapias integradas, uma vez que isso pode fazer a diferença entre resolver o problema antes que ele se instale ou controlar a doença do pet para o resto da vida dele. Seja proativo, submeta anualmente seu animal ao exame anual de mensuração dos níveis de fosfatase alcalina. Peça ao seu veterinário que determine um valor-base e, em caso de elevação desse padrão, solicite um dos outros exames (cortisol urinário ou teste da fosfatase alcalina induzida por glicocorticóides) para investigar se o organismo do seu cão está secretando cortisol em excesso.</p>
<p style="text-align: justify;">Ter todas essas informações irá ajudá-lo a lidar melhor com uma situação pré-Cushing e evitar que ela progrida para a doença em si, em sua forma irreversível. <strong>Não ignore os sintomas. Se seu peludo apresenta sintomas consistentes com o hiperadrenocorticismo, não importa o quão discretos, sempre vale a pena investigá-los</strong>.&#8221;</p>
<p style="text-align: justify;"> Bom apetite e uma lambida do Cachorro Verde!</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://cachorroverde.com.br/site2009/?feed=rss2&#038;p=2964</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Quero marcar uma consulta com o Cachorro Verde!</title>
		<link>http://cachorroverde.com.br/site2009/?p=2955</link>
		<comments>http://cachorroverde.com.br/site2009/?p=2955#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 05 Feb 2012 18:53:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sylvia Angélico</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cães]]></category>
		<category><![CDATA[Cardápios]]></category>
		<category><![CDATA[Cuidados Gerais]]></category>
		<category><![CDATA[Dieta Especial]]></category>
		<category><![CDATA[Gatos]]></category>
		<category><![CDATA[Medicina Veterinária]]></category>
		<category><![CDATA[Nutrição]]></category>
		<category><![CDATA[Receitas]]></category>
		<category><![CDATA[Suplementos]]></category>
		<category><![CDATA[Tratamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Vacinação]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação caseira para cão e gato]]></category>
		<category><![CDATA[dieta natural para cachorro e gato]]></category>
		<category><![CDATA[titulação de anticorpos vacinais]]></category>
		<category><![CDATA[Veterinário Alimentação Natural São Paulo]]></category>
		<category><![CDATA[veterinário especializado em dieta caseira cães e gatos]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://cachorroverde.com.br/site2009/?p=2955</guid>
		<description><![CDATA[ A maioria dos adeptos das dietas caseiras divulgadas pelo Cachorro Verde aprendeu a preparar a alimentação do peludo à custa de horas de pesquisa e leitura. Mas a gente sabe que não é todo mundo que tem tempo e disposição para ler uma quantidade suficiente do material disponível ou mesmo segurança para instituir uma alimentação [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="socialize-in-content" style="float:right;"><div class="socialize-in-button socialize-in-button-vertical"><script type="text/javascript">
			<!-- 
				tweetmeme_url = "http://cachorroverde.com.br/site2009/?p=2955";
				tweetmeme_source = "tweetmeme";
				tweetmeme_style = "normal";
				
			//-->
			</script>
                        <script type="text/javascript" src="http://tweetmeme.com/i/scripts/button.js"></script></div><div class="socialize-in-button socialize-in-button-vertical"><script>
			<!-- 
			var fbShare = {
				url: "http://cachorroverde.com.br/site2009/?p=2955",
				size: "large",
				google_analytics: "true"
			}
			//-->
			</script>
                        <script src="http://widgets.fbshare.me/files/fbshare.js"></script></div></div><p style="text-align: center;"><img style="width: 244px; height: 429px;" src="/cachorroverde/cmsimages/Emi_Tiby.jpg" alt="" /></p>
<p style="text-align: justify;"> A maioria dos adeptos das dietas caseiras divulgadas pelo Cachorro Verde aprendeu a preparar a alimentação do peludo à custa de horas de pesquisa e leitura. Mas a gente sabe que não é todo mundo que tem tempo e disposição para ler uma quantidade suficiente do material disponível ou mesmo segurança para instituir uma alimentação 100% caseira por conta própria.</p>
<p style="text-align: justify;">E é aí que entra a novidade!</p>
<p style="text-align: justify;">Agora, além do material de consulta que disponibilizamos aqui , quem mora em São Paulo pode contar com minha <strong>orientação veterinária</strong> para preparar em casa refeições naturais balanceadas para seu cão ou gato! Perfeito para quem tem vontade de oferecer ao seu pet dieta caseira balanceada – crua ou cozida &#8211; mas não sabe por onde começar. É seu caso? Confira as informações abaixo!</p>
<p style="text-align: justify;">(Se você não reside em São Paulo, mas gostaria de contar com esse tipo de acompanhamento veterinário, me escreva para saber de que forma eu poderia ajudá-lo.)</p>
<p style="text-align: center;"><img style="width: 340px; height: 254px;" src="/cachorroverde/cmsimages/canil_lake_beach.jpg" alt="" /></p>
<h2>Orientação veterinária personalizada em domicílio</h2>
<p style="text-align: justify;">Vou até você com horário marcado! Durante a consulta examino seu amigão minuciosamente, faço várias perguntas sobre o perfil, o estilo de vida e o histórico clínico dele e verifico os últimos exames realizados. Essas informações me auxiliam a criar uma dieta caseira sob medida.</p>
<p style="text-align: justify;">Após a consulta, você receberá por e-mail uma apostila em PDF contendo todas as informações para dar início à nova dieta:</p>
<p style="text-align: justify;">• As porções diárias calculadas em gramas</p>
<p>• Que complementos oferecer e quanto de cada um</p>
<p>• Alimentos que podem ser oferecidos e quais devem ser evitados</p>
<p>• Orientações sobre petiscos e variação dos itens da dieta</p>
<p>• Como introduzir a dieta</p>
<p>• Onde comprar, como preparar, como armazenar, como descongelar</p>
<p>• Como proceder em caso de viagem</p>
<p>• Dicas para um manejo mais natural, visando bem-estar e longevidade!</p>
<p style="text-align: center;"><img style="width: 292px; height: 391px;" src="/cachorroverde/cmsimages/sushi(1).jpg" alt="" width="400" height="534" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Alimentação Natural (crua) na prática</h2>
<p style="text-align: justify;">Vou até sua casa e te ensino a preparar de forma rápida, segura e prática refeições de dieta natural crua para 15, 30 ou 45 dias – dependendo do espaço disponível em seu freezer ou congelador! Entre em contato para obter mais informações.</p>
<h2>O que o Cachorro Verde pode fazer por seu cão ou gato?</h2>
<p style="text-align: justify;">• Elaboração de dieta caseira crua, com ou sem ossos, ou cozida, personalizada para cães e gatos adultos, filhotes e idosos;</p>
<p>• Elaboração de dieta caseira específica para auxiliar no controle de doenças crônicas: gastrite, doença intestinal, megaesôfago, doença renal, alergia, doença hepática, diabetes, pancreatite, cálculos urinários, câncer, obesidade etc;</p>
<p>• Orientações detalhadas sobre preparo da dieta;</p>
<p>• Demonstração em domicílio do preparo rápido de porções da dieta para 15 ou 45 dias;</p>
<p>• Acompanhamento clínico veterinário do cão ou gato adepto de dieta caseira balanceada, com solicitação e interpretação de exames;</p>
<p>• Complementos nutricionais prescritos sob medida;</p>
<p>• Orientações de manejo para uma vida mais saudável e equilibrada;</p>
<p>• Prevenção ativa de doenças por meio da manutenção do peso saudável;</p>
<p>• Protocolos vacinais atualizados, 100% personalizados levando em conta o histórico e o estilo de vida do pet, sem excessos, usando vacinas importadas, próprias para customização;</p>
<p>• <strong><a href="http://cachorroverde.com.br/site2009/?p=2462" target="_blank">Titulação de anticorpos vacinais IgG</a></strong> contra cinomose e parvovirose.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" style="width: 410px; height: 284px;" src="/cachorroverde/cmsimages/margoth.jpg" alt="" width="500" height="347" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Para saber mais sobre esses serviços, nos escreva! <strong><a href="javascript:location.href='mailto:'+String.fromCharCode(99,111,110,115,117,108,116,97,64,99,97,99,104,111,114,114,111,118,101,114,100,101,46,99,111,109,46,98,114)+'?subject=Consulta%20Cachorro%20Verde'">consulta@cachorroverde.com.br</a></strong></p>
<p style="text-align: justify;">Será um grande prazer conhecer você e seu amigão! <img src='http://cachorroverde.com.br/site2009/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </p>
<h4 style="text-align: justify;">Sylvia Angélico &#8211; Médica-veterinária</h4>
<p>CRMV-SP: 29943</p>
<p style="text-align: justify;">Bom apetite e uma lambida do Cachorro Verde!</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://cachorroverde.com.br/site2009/?feed=rss2&#038;p=2955</wfw:commentRss>
		<slash:comments>6</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Vacinar é importante. Se educar a respeito de vacinas também é.</title>
		<link>http://cachorroverde.com.br/site2009/?p=2929</link>
		<comments>http://cachorroverde.com.br/site2009/?p=2929#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 24 Nov 2011 17:28:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sylvia Angélico</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cães]]></category>
		<category><![CDATA[Cuidados Gerais]]></category>
		<category><![CDATA[Polêmica]]></category>
		<category><![CDATA[Vacinação]]></category>
		<category><![CDATA[Que vacinas para cães e gatos são importantes; efeitos colaterais vacina cachorro e gato]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://cachorroverde.com.br/site2009/?p=2929</guid>
		<description><![CDATA[Leiam, assistam, aprendam, descubram, esmiucem todos os links. Questionem. Se mantenham informados. Existe muita gente faturando à custa da saúde dos nossos peludos. Vacinar é importante? Sim. (Essa não é a discussão aqui.) Mas a atual banalização da vacinação &#8211; todos os produtos disponíveis no mercado sendo aplicados anualmente em todos os pets, independentemente de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="socialize-in-content" style="float:right;"><div class="socialize-in-button socialize-in-button-vertical"><script type="text/javascript">
			<!-- 
				tweetmeme_url = "http://cachorroverde.com.br/site2009/?p=2929";
				tweetmeme_source = "tweetmeme";
				tweetmeme_style = "normal";
				
			//-->
			</script>
                        <script type="text/javascript" src="http://tweetmeme.com/i/scripts/button.js"></script></div><div class="socialize-in-button socialize-in-button-vertical"><script>
			<!-- 
			var fbShare = {
				url: "http://cachorroverde.com.br/site2009/?p=2929",
				size: "large",
				google_analytics: "true"
			}
			//-->
			</script>
                        <script src="http://widgets.fbshare.me/files/fbshare.js"></script></div></div><p style="text-align: justify;">Leiam, assistam, aprendam, descubram, esmiucem todos os links. Questionem. Se mantenham informados.</p>
<p style="text-align: justify;">Existe muita gente faturando à custa da saúde dos nossos peludos. <span style="text-decoration: underline;"><strong>Vacinar é importante? Sim.</strong></span> <strong>(Essa não é a discussão aqui.)</strong> Mas a atual banalização da vacinação &#8211; todos os produtos disponíveis no mercado sendo aplicados anualmente em todos os pets, independentemente de seu histórico de saúde e do seu estilo de vida -  é uma conduta antiética que comprovadamente pode causar mais prejuízos do que benefícios ao organismo.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Esse tipo de informação só chega no seu veterinário clínico-geral se ele tiver a curiosidade e a disposição de pesquisá-la. </strong>Não chega a congressos e simpósios patrocinados por grandes companhias farmacêuticas. É escassamente estudado por acadêmicos brasileiros e raríssimos artigos científicos a respeito ganham publicação nos periódicos em língua portuguesa mais lidos pelos nossos clínicos.</p>
<p style="text-align: justify;">Os fabricantes, atentos ao questionamento do público &#8220;leigo&#8221; que busca esclarecimentos, muda aqui e ali suas táticas  &#8211; via de regra de acordo com seus próprios interesses. O &#8220;grosso&#8221; das descobertas científicas, aquilo que ameaça colocar em risco a credibilidade e  a (astronômica) margem de lucro dos gigantes é convenientemente ignorado e envolto em mitos e terrorismos.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas os dados estão aí. Leiam, assistam, aprendam, descubram, esmiucem <strong>todos</strong> os links. Questionem. Se mantenham informados. Sejam vocês os advogados de seus filhos de patas.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Artigos do site/blog Cachorro Verde:</h2>
<ul>
<li><strong><a href="http://www.cachorroverde.com.br/vacinacao.php " target="_blank">Afinal, com tantos produtos no mercado, que vacinas devo realmente aplicar no meu cão? </a></strong></li>
<li><strong><a href="http://cachorroverde.com.br/site2009/?p=2462" target="_blank">Exame que indica se o cão precisa tomar reforço vacinal já existe no Brasil e nós o testamos!</a></strong></li>
<li><strong><a href="http://caninablog.wordpress.com/2012/01/18/vacinacao-o-principio-de-tudo/" target="_blank">Vacinação: o Principio de Tudo</a></strong> (1a parte de uma entrevista que concedi ao Canina Blog)</li>
<li><strong><a href="http://caninablog.wordpress.com/2012/01/26/vacinas-questao-de-saude-ou-falta-de-informacao/" target="_blank">Vacinas: questão de saúde ou falta de informação?</a></strong> (2a parte da entrevista concedida ao Canina Blog)</li>
<li><strong><a href="http://caninablog.wordpress.com/2012/02/09/11414/" target="_blank">Vacinação canina: o perigo do excesso</a></strong> (3a e última parte da entrevista concedida ao Canina Blog)</li>
<li><strong><a href="http://www.cachorroverde.com.br/vacinacao.php" target="_blank">Seu pet é vacinado em excesso? Veja os riscos a que ele está sujeito.</a></strong> Tradução de um artigo científico escrito pela veterinária <strong><a href="http://www.hemopet.org/" target="_blank">Dra. Jean Dodds</a></strong>. (<strong>Observação:</strong> para ler esse artigo, desça toda a página).</li>
<li><strong><a href="http://www.cachorroverde.com.br/vacinatrianual.php" target="_blank">Diálogo entre uma veterinária e nós do Cachorro Verde sobre a viabilidade de reforços trienais para cães.</a></strong></li>
<li><strong><a href="http://cachorroverde.com.br/site2009/?p=1555" target="_blank">&#8220;Quanto $$$ você está jogando fora com vacinas para pets?&#8221;</a></strong> Tradução de artigo da veterinária <strong><a href="http://www.naturalpetfamily.com/naturalpet/meet-dr-becker.html" target="_blank">Dra. Karen Becker</a></strong>.</li>
</ul>
<h2>Artigos do site/blog Homeopatas e Bicho Integral:</h2>
<ul>
<li><strong><a href="http://homeopatas.blogspot.com/2008/07/estamos-vacinando-demais.html" target="_blank">Vacinas para cães e gatos: estamos vacinando demais?</a></strong></li>
<li><strong><a href="http://homeopatas.blogspot.com/2010/02/estamos-vacinando-demais-ii.html" target="_blank">Vacinas para cães e gatos: estamos vacinando demais (II)?</a></strong></li>
<li><strong><a href="http://homeopatas.blogspot.com/2009/01/vacinas-e-vacinose-em-ces-e-gatos.html" target="_blank">Vacina e vacinose em cães e gatos</a></strong></li>
</ul>
<h2>(Alguns) dos artigos vacinais do blog Ville Chamonix:</h2>
<ul>
<li><strong><a href="http://www.blog.villechamonix.com/2010/04/o-blog-responde-meu-esquema-vacinal.html" target="_blank">O blog responde: meu esquema vacinal</a></strong></li>
<li><strong><a href="http://www.blog.villechamonix.com/2011/08/marketing-enganoso-e-vacinas-para-caes.html" target="_blank">Marketing enganoso e vacinas para cães</a></strong></li>
<li><strong><a href="http://www.blog.villechamonix.com/2010/02/rompendo-paradigmas-antigos-sobre.html" target="_blank">Rompendo paradigmas antigos sobre vacinação de cães</a></strong></li>
<li><strong><a href="http://www.blog.villechamonix.com/2009/10/vacinacao-tempo-de-mudancas.html" target="_blank">Vacinação &#8211; tempo de mudanças</a></strong></li>
<li><strong><a href="http//www.blog.villechamonix.com/2010/02/o-blog-responde-tipos-de-vacinas.html" target="_blank">O blog responde! Tipo de vacinas</a></strong></li>
<li><strong><a href="http://www.blog.villechamonix.com/2010/09/por-que-os-avioes-caem.html" target="_blank">Por que os aviões caem?</a></strong> (<strong>Observação pessoal:</strong> não deixem de ler esse!)</li>
</ul>
<h2>Artigos do site Mãe de Cachorro Também é Mãe:</h2>
<ul>
<li><strong><a href="http://www.maedecachorro.com.br/duvidas-sobre-o-excesso-de-vacinacao-em-caes-e-gatos.html" target="_blank">Dúvidas sobre o excesso de vacinação em cães e gatos</a></strong></li>
<li><strong><a href="http://www.maedecachorro.com.br/artigo-claro-e-pontual-sobre-os-maleficios-da-vacinacao-excessiva-de-caes-e-gatos-leitura-obrigatoria-para-quem-esta-realmente-preocupado-com-a-saude-de-seu-peludo-viu.html" target="_blank">Artigo claro e pontual sobre os malefícios da vacinação excessiva de cães  gatos</a></strong></li>
<li><strong><a href="http://www.maedecachorro.com.br/artigo-claro-e-pontual-sobre-os-maleficios-da-vacinacao-excessiva-de-caes-e-gatos-leitura-obrigatoria-para-quem-esta-realmente-preocupado-com-a-saude-de-seu-peludo-viu.html" target="_blank">Um pouco mais sobre vacinas para cães e gatos e a polêmica das recentes mortes no Brasil</a></strong></li>
</ul>
<p><iframe src="http://www.youtube.com/embed/L1Xd5ghnlJ4" frameborder="0" width="560" height="315"></iframe></p>
<p style="text-align: justify;">Estimulante e super didática entrevista da veterinária holística Dra. Karen Becker com o Dr. Ronald Schultz, veterinário norte-americano, Ph.D.,  um dos grandes líderes internacionais nas áreas de Vacinologia, Imunologia e Infectologia de cães e gatos, membro das diretrizes vacinais recomendadas pelas entidades <strong><a href="http://www.wsava.org/PDF/Misc/VaccinationGuidelines2010.pdf" target="_blank">World Small Animal Veterinary Association (WSAVA)</a></strong>  e <strong><a href="https://www.aahanet.org/PublicDocuments/CanineVaccineGuidelines.pdf" target="_blank">American Animal Hospital Association (AAHA)</a></strong>. Ah, fundador do <strong><a href="http://www.rabieschallengefund.org/" target="_blank">Rabies Challenge Fund</a></strong> e pesquisador ativo desses assuntos desde a década de 1970. Em inglês. (Em breve, providenciarei uma versão com legendas em português.)</p>
<p><iframe src="http://www.youtube.com/embed/ulmEGbwQsOU" frameborder="0" width="560" height="315"></iframe></p>
<p style="text-align: justify;">Interessantíssimo trailer do  filme <strong><a href="http://www.greatergoodmovie.org/" target="_blank">The Greater Good</a></strong> (2011, ainda inédito no Brasil), um documentário americano sobre os riscos associados à vacinação arbitrária em HUMANOS.</p>
<h2 style="text-align: justify;"><strong>E, com vocês, as referências científicas recentes &#8211; <em>enjoy</em>!</strong></h2>
<p style="text-align: justify;"><strong>Observações:</strong> note que há artigos brasileiro, nigeriano, israelense &#8211; ou seja, não é só material oriundo de pesquisas realizadas em países desenvolvidos.</p>
<p>TIZARD, I.; R; SCHUBOT, R. M. <strong>Imunologia Veterinária: uma introdução</strong>. 8 ed. Rio de Janeiro: Saunders Elsevier, 2008, p. 267-276; 279-294.</p>
<p>SCHULTZ R.D.; FORD, R. B.; OLSEN J.; SCOTT F. Titer testing and vaccination: a new look at traditional practices. <strong>Vet Med</strong>, v. 97, p. 1-13, 2002</p>
<p>DODDS, J. W. <strong>Changing Vaccine Protocols.</strong> 2002. Disponível em: &lt;<strong><a href="http://www.canine-epilepsy-guardian-angels.com/chang_vac.htm" target="_blank">http://www.canine-epilepsy-guardian-angels.com/chang_vac.htm</a></strong>&gt;. Acesso em: 02 out. 2010.</p>
<p>HORZINEK, M. C. Vaccine use and disease prevalence in dogs and cats. <strong>Veterinary Microbiology</strong>, v. 117, p. 2-8, 2006.</p>
<p>MOORE, G. E; HOGENESCH, H. Adverse vaccinal events in dogs and cats.<strong> Veterinary Clinics of North America: Small Animal Practice</strong>, v. 40, p.393-407, 2010.</p>
<p>DAY, M.J; HORZINEK, M.C.; SCHULTZ, R.D. Guidelines for the vaccination of dogs and cats. <strong>Journal of Small Animal Practice</strong>. v. 51, p. 1-30, 2010.</p>
<p>WOLF, A. M.; <strong>Canine and feline vaccination: protocols, products, and problems</strong>. In:<strong> </strong>110<sup>th</sup> Penn Annual Conference, 2010, Philadelphia, Pennsylvannia, p. 16-23.</p>
<p>AMERICAN ANIMAL HOSPITAL ASSOCIATION. <strong>2006 AAHA Canine Vaccine Guidelines, Revised</strong>. Disponível em: &lt;<strong><a href="http://www.canine-epilepsy-guardian-angels.com/chang_vac.htm" target="_blank">http://www.aahanet.org/publicdocuments/vaccineguidelines06revised.pdf</a></strong> &gt; Acesso em: 12 mar. 2011.</p>
<p>MOUZIN, D. E.; LORENZEN, M. J.; HAWORTH, J. D.; KING, V. L. Duration of serologic response to five viral antigens in dogs.<strong> Journal of American Veterinary Medical Association</strong>, v. 224, n. 1, p. 55-60, 2004.</p>
<p>NELSON, R. W; COUTO, C. G. <strong>Medicina Interna de Pequenos Animais. </strong>3. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2010, p.1304 -1310.</p>
<p>ABDELMAGID, O. Y.; LARSON, L.; PAYNE, L.; TUBBS, A.; WASMOEN, T.; SCHULTZ, R. Evaluation of the efficacy and duration of immunity of a canine combination vaccine against virulent parvovirus, infectious canine hepatitis virus, and distemper virus experimental challenges. <strong>Veterinary  Therapeutics</strong>, v. 5, n. 3, p. 173-186, 2004.</p>
<p>TWARK, L.; DODDS, J. Clinical use of serum parvovirus and distemper virus antibody titers for determining revaccination strategies in healthy dogs. <strong>Journal of American Veterinary Medical Association</strong>, v. 217, n. 7, p.1021-1024, 2001.</p>
<p>MOORE, G. E.; GUPTILL, L. F.;  WARD, M. P.; GLICKMAN, N. W.; FAUNT, K. K.; LEWIS, H. B.; GLICKMAN, L. T. Adverse Events Diagnosed Within Thee Days of Vaccine Administration in Dogs. <strong>Journal of American Veterinary Medical Association</strong>, v. 227, n. 7, p. 1102-1108, 2005.</p>
<p>COYNE, M. J. ; BURR, H. H.; YULE, T. D.; HARDING, M. J.; TRESNAN, D. B.; MCGAVIN, D. Duration of immunity in dogs after vaccination or naturally acquired infection. <strong>The Veterinary Record</strong>,v. 149, p. 509-515, 2001.</p>
<p>BÖHM, M.; THOMPSOM, H.; WEIR, A.; HASTED, A. M.; MAXWELL, N. S. HERRTAGE, M. E. Serum antibody titres to canine parvovirus, adenovirus and distemper virus in dogs in the UK which had not been vaccinated for at least three years<strong>. The Veterinary Record</strong>, v. 154, p. 457-462, 2004.</p>
<p>HARRUS, S.; WANER, T.; AIZEMBERG, I.; SAFRA, A.; MOSENCO, M.; RADOSHITSKY; BARK, H. Development of hypertrophic osteodystrophy and antibody response in a litter of vaccinated weimaraner puppies. <strong>Journal of Small Animal Practice,</strong> 2002, v. 43, 27-31.</p>
<p>WANER, T.; MAZAR, S.; KEREN-KORNBLATT, E. Application of a dot enzyme-linked immunosorbent assay for evaluation of the immune status to canine parvovirus and distemper virus in adult dogs before revaccination.<strong> </strong> <strong>Journal of Veterinary Diagnostic Investigation</strong>, v 18, 2006, p. 267-270.</p>
<p>MARUYAMA, M.; LAM, K.; RAJEWSKY, K. Memory b-cell persistence is independent of persisting immunizing antigen. <strong>Nature</strong>, v. 407, p. 636 a 642. 2000.</p>
<p>DERBYSHIRE, J. B.; MATTHEWS, K. A. Rabies antibody titres in vaccinated dogs.<strong> Canadian Veterinary Journal</strong>, v. 25, p. 383-385, 1984.</p>
<p>SCHULTZ, D. R. An update on what everyone needs to know about canine and feline vaccination programs.<strong>Proceedings of the 2008 annual conference of the American Holistic Veterinary Medical Association. </strong>Disponível em: &lt;<strong><a href="http://www.kanabvet.com/articles/Schultz_Vaccinations.pdf" target="_blank">http://www.kanabvet.com/articles/Schultz_Vaccinations.pdf</a></strong>&gt; Acesso em: 23 de out. 2010. 13:14:10.p. 333 a 344.</p>
<p>HORZINEK, M. C.; THIRY, E. Vaccines and vaccination: the principles and the polemics. <strong>Journal of Feline Medicine and Surgery</strong>. v. 11. p. 530-537, 2009.</p>
<p>ROTH, J. <strong>Adjuvants in Veterinary Vaccines: Modes of Action to Enhance the Immune Response &amp; Potential Adverse Effects</strong>. 2003 Disponível em: &lt;<strong><a href="http://veterinarynews.dvm360.com/dvm/data/articlestandard//dvm/482003/77546/article.pdf" target="_blank">http://veterinarynews.dvm360.com/dvm/data/articlestandard//dvm/482003/77546/article.pdf</a></strong>&gt;. Acesso em: 17 out. 2010.</p>
<p>SPICKLER, A. R.; ROTH, J. A. Adjuvants in veterinary vaccines: modes of action and adverse effects<strong>. </strong><strong>Journal of Veterinary Internal Medicine</strong>, v. 17, p. 273-281, 2003.</p>
<p>FELSBURG, P. J. Overview of immune system development in the dog: comparison with humans. <strong>Human &amp; Experimental Toxicology</strong>, v. 21, p. 487-492, 2002.</p>
<p>RASHID, A.; RASHEED, K.; ASIM, M.; HUSSAIN, A.; Risks of vaccination: a review. <strong>Journal of Venomous Animals and Toxins including Tropical Diseases</strong>, v. 15, n. 1, p. 19-27, 2009.</p>
<p>REICHMANN, M. L. A. B.; É preciso vacinar; <strong>mv&amp;z</strong>, São Paulo, v. 9, n. 1, p. 6-7, 2011.</p>
<p>ETTINGER, S. J; FELDMAN, E. C. <strong>Textbook of Veterinary Internal Medicine. </strong>6. ed. St Louis: Elsevier Saunders, 2005. p. 600-603; 1762-1763; 1896-1897.</p>
<p>LAMM, C. G; REZABEK, G., B. Parvovirus infection in domestic companion animals.<strong> </strong><strong>Veterinary Clinics Small Animal Practice</strong>, v. 38, 2008, p. 837-850.</p>
<p>DECARO, N.; DESARIO, C.; ELIA, G.; MARTELLA, V.; MARI, V.; LAVAZZA, A.; NARDI, M.; BUONAVOGLIA. Evidence for immunisation failure in vaccinated adult dogs infected with canine parvovirus type 2c. <strong>New Microbiologia</strong>, v. 31, p. 125-130, 2008.</p>
<p>GODDARD, A.; LEISEWITZ, A. L. Canine parvovirus. <strong>Veterinary Clinics of North America: Small Animal Practice</strong>, v. 40, p. 1041-1053, 2010.</p>
<p>KAPIL, S.; ALISSON, R. W.; JOHNSTON, L. ; MURRAY, S. H. ; HOLLAND, S., MEINKOTH, J.; JOHNSON, B. Canine distemper virus strains circulating among north american dogs. <strong>Clinical and Vaccine Immunology.</strong> v. 15, n. 4, p. 707-712, 2008.</p>
<p>ELLIS, J. A.; KRAKOWKA, A. S.; DAYTON, A. D.; KONOBY, C. Comparative efficacy of an injectable vaccine and an intranasal vaccine in stimulating <em>Bordetella bronchiseptica</em>-reactive antibody responses in seropositive dogs.<strong> Journal of American Veterinary Medical Association</strong>, v. 220, n.1, p. 43-48, 2002.</p>
<p>KOBAYASHI, Y.; SUZUKI, Y.; ITOU, T.; ITO, F. H.; SAKAI, T.; GOJOBORI, T. Evolutionary history of dog rabies in Brazil. <strong>Journal of General Virology</strong>, v. 92, p. 85-90, 2011.</p>
<p>PAYNE, A. P.; RIDLEY, K. R.; DRYDEN, W. M.;BATHGATE, C.; MILLIKEN, A. G.; STEWART, W. P.  Efficacy of a combination febantel-praziquantel-pyrantel product, with or without vaccination with a comercial Giardia vaccine, for treatment of dogs with naturally ocurring giardiasis.<strong> Journal of the American Veterinary Medical Association</strong>, v. 220, n.3.p. 330-334, 2002.</p>
<p>ANDERSON, A. K,; BROOKS, S. A.; MORRISON, L. A.; REID-SMITH, J. R., MARTIN, W. S.; BENN, M., D; PEREGRINE, S.A. Impact of Giardia vaccination on asymptomatic Giardia infections in dogs at a research facility. <strong>Canadian Veterinary Journal</strong>, v. 45, p. 924-930, 2004.</p>
<p>OLSON, E. M.; HANNIGAN, J. C.; GAVILLER, F. P., FULTON, A. L. The use of a Giardia vaccine as an immunotherapeutic agent in dogs. <strong>Canadian Veterinary Journal</strong>, v. 42, p. 865-868, 2001.</p>
<p>MORIELLO, K. A. Treatment of dermatophytosis in dogs and cats: review of published studies. <strong>Veterinary Dermatology</strong>, v. 15, p. 99-107, 2004.</p>
<p>HOGENESCH, H.; DUNHAM, D., A.; SCOTT-MONCRIEFF, B. S.; GLICKMAN, T. L.; DEBOER, J., D. Effect of vaccination on serum concentrations of total and antigen-specific immunoglobulin E in dogs. <strong>American Journal of Veterinary Research</strong>, v. 63, No. 4, p. 611-616. 2002.</p>
<p>DAY, M. J. Infectious triggers of immune-mediated disease<strong>. World Small Animal Veterinary Association World Congress Proceedings</strong>. 2004<strong> </strong>Disponível em: &lt;<strong><a href="http://www.vin.com/proceedings/Proceedings.plx?CID=WSAVA2004&amp;Category=1251&amp;PID=8599&amp;O=Generic" target="_blank">http://www.vin.com/proceedings/Proceedings.plx?CID=WSAVA2004&amp;Category=1251&amp;PID=8599&amp;O=Generic</a></strong>&gt;. Acesso em 12 out. 2010.</p>
<p>MELLAMBY, R. J.; HOLLOWAY, A.; CHANTREY, J.; HERRTAGE, M. E.; DOBSON, J.M. Immune-mediated haemolytic anaemia associated with a sarcoma in a Flat-Coated Retriever.<strong> Journal of Small Animal Practice</strong>, v. 45, 2004, 21-24.</p>
<p>ORTLOFF, A.; MORÁN, G.; OLAVARRÍA, A., FOLCH, H. Membranoproliferative glomerulonephritis possibly associated with over-vaccination in a cocker spaniel. <strong>Journal of Small Animal Practice</strong>, v. 51, p. 499-502. 2010.</p>
<p>KOHN, B.; GARNER, M.; LÜBKE, S.; SCHMIDT, M. F. G.; BENNETT, D.; BRUNNBERG, L.; Polyarthritis following vaccination in four dogs. <strong>Veterinary Comparative Orthopaedics and Traumatology</strong>, v. 16, p. 6-9, 2003</p>
<p>VITALE, C. B.; GROSS, T. L.; MAGRO, C. M. Vaccine-induced ischemic dermatopathy in the dog. <strong>Veterinary Dermatology</strong>, v. 10, p. 131-142, 1999</p>
<p>NICHOLS, P. R.; MORRIS, D. O.; BEALE, K. M. A retrospective study of canine and feline cutaneous vasculitis.<strong> </strong><strong>Veterinary Dermatology</strong>, v. 12, p. 255-264, 2001</p>
<p>VASCELLARI, M; MELCHIOTTI, E.; BOZZA, A. M.; MUTINELLI, F. Fibrosarcomas at Presumed sites of injection in dogs: characteristics and comparison with non-vaccination site fibrosarcomas and feline post-vaccinal fibrosarcomas.<strong> Journal of Veterinary Medicine</strong>. v. 50, p. 286-291, 2003.</p>
<p>HARRUS, S.; WANER, T.; AIZEMBERG, I.; SAFRA, A.; MOSENCO, M.; RADOSHITSKY; BARK, H. Development of hypertrophic osteodystrophy and antibody response in a litter of vaccinated weimaraner puppies. <strong>Journal of Small Animal Practice</strong>, v. 43, 27-31, 2002</p>
<p>STRASSER, A.; MAY, B.; TELSCHER, A.; WISTRELA, E.; NIEDERMÜLLER, H. Immune modulation following immunization with polyvalent vaccines in dogs. <strong>Veterinary Immunology and Immunopathology</strong>, v. 94, p. 113-121, 2003.</p>
<p>PHILLIPS, T.; JENSEN, J. L.; RUBINO, M. J.; YANG, W. C.; SCHULTZ, R. Effects of vaccines on the canine immune system.<strong> </strong><strong>Canadian Journal of Veterinary Research</strong>., v. 53, p. 154-160, 1989.</p>
<p>BIAZZONO, L.; HAGIWARA, M, K.; CORRÊA, A, R. Avaliação da resposta imune humoral em cães jovens imunizados contra cinomose contra vacina de vírus atenuado. <strong>Brazilian Journal of Veterinary Research and Animal Science</strong>., São Paulo, v. 38, n. 5, p. 245-250, 2001. &lt;disponível em:<strong><a href="http://www.vin.com/proceedings/Proceedings.plx?CID=WSAVA2004&amp;Category=1251&amp;PID=8599&amp;O=Generic" target="_blank"> http://www.scielo.br/pdf/bjvras/v38n5/9716.pdf</a></strong>&gt;</p>
<p>BENITES, N. R.; MELVILLE, P. A.<strong> </strong>Utilização de <em>Silicea</em> em processos dermatológicos pós-vacinais. <strong>Cultura Homeopática</strong>. v. 3, n. 6, p. 14-16, 2004.</p>
<p>SCOTT-MONCRIEFF; C. J.; OLIVERA-AZCONA, J.; GLICKMAN, N. W.; GLICKMAN, T. L. Evaluation of antithyroglobulin antibodies after routine vaccination in pet and research dogs.<strong> Journal of American Veterinary Medical Association</strong>, v. 221, n. 4, p 515-521, 2002.</p>
<p>DODDS, W. J. <strong>The immune system and disease resistance.</strong> Disponível em: &lt;<strong><a href="http://www.vin.com/proceedings/Proceedings.plx?CID=WSAVA2004&amp;Category=1251&amp;PID=8599&amp;O=Generic" target="_blank">http://naturalk9.com/PDF/The%20Immune%20System%20and%20Disease%20Resistance%20-%20Dr.pdf</a></strong>&gt;. Acesso em: 15 de set de 2010, 08:38:15.</p>
<p>DODDS, W. J. <strong>Clinical approaches to managing and treating adverse vaccine reactions. </strong>Disponível em: &lt;<strong><a href="http://www.vin.com/proceedings/Proceedings.plx?CID=WSAVA2004&amp;Category=1251&amp;PID=8599&amp;O=Generic" target="_blank">http://www.iwclubofamerica.org/Health/Notes_Vaccine_Issues.pdf</a></strong>&gt;. Acesso em: 10 out. 2010.</p>
<p>DODDS, W. J. <strong>Vaccine protocols for dogs predisposed to vaccine reactions.</strong> Disponível em: &lt;<strong><a href="www.cavaliers.co.uk/articles/vaccineprotocols.pdf" target="_blank">www.cavaliers.co.uk/articles/vaccineprotocols.pdf</a></strong>&gt;. Acesso em 02 de out. de 2010, 11:50:45.</p>
<p>NUNES, C. M.;LIMA, V. M. F.; PAULA, H. B.; PERRI, S. H. V.; ANDRADE, A. M.; DIAS, F. E. F.; BURATTINI, M. N.; Dog culling and replacement in an area endemic for visceral leishmaniasis in Brazil. <strong>Veterinary Parasitology</strong>, v. 153, p. 19-23, 2008.</p>
<p>DECARO, N.; DESARIO, C.; ADDIE, D. D.; ELIA, G.; ZICOLA, A.; DAVIS, C.; THOMPSON, G.; THIRY, E.; TRUYEN, U.; BUONAVOGLIA, C. Molecular epidemiology of canine parvovirus, Europe. <strong>Emerging Infectious Diseases</strong>, v. 13, n.8, p 1222-1224, 2007.</p>
<p>MEYER, D.J; COLES, EMBERT, H.; RICH, L. J. <strong>Medicina de Laboratório Veterinária. Interpretação e Diagnóstico. </strong>São Paulo: Roca, 2003, p. 263 &#8211; 264.</p>
<p>Vacinação contra raiva é suspensa em todo o país. Folha de São Paulo online. Disponível em<strong><a href="www.cavaliers.co.uk/articles/vaccineprotocols.pdf" target="_blank">&lt; http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/811539-vacinacao-contra-raiva-e-suspensa-em-todo-o-pais.shtml&gt;</a></strong> Acesso em 22 de janeiro de 2011.</p>
<p>HENDRICK, M. J.; GOLDSCHMIDT, M. H. Do injection site reactions induce fibrosarcomas in cats? <strong>Journal of the American Veterinary Medical Association.</strong> 1991. 73- DUVAI, D.; GIGER, U. Vaccine-associated immune-mediated hemolyttic anaemia in the dog. <strong>Journal of Veterinary Internal Medicine</strong>. V. 10, p. 290-295, 1996.</p>
<p>HOGENESCH, H., AZCONA-OLIVERA, J.; SCOTT-MONCRIEFF, C.; SNYDER, P. W.; GLICKMAN, L. T. Vaccine-induced autoimmunity in the dog.<strong> </strong><strong>Advances in Veterinary Medicine</strong>, v. 41, p. 733-744, 1999.</p>
<p>SMITH, C. A. Are we vaccinating too much? <strong>Journal of American Veterinary Medical Association</strong>, 207(4), p. 421-425, 1995.</p>
<p><strong>Site Synbiotics</strong>: <strong><a href="http://www.synbiotics.com/Products/CompanionAnimals/Canine/CRF.html" target="_blank">http://www.synbiotics.com/Products/CompanionAnimals/Canine/CRF.html</a></strong> Acesso em: 8 de abril de 2011.</p>
<p>Bom apetite e uma lambida do Cachorro Verde!</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://cachorroverde.com.br/site2009/?feed=rss2&#038;p=2929</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Biscoitos de Linhaça</title>
		<link>http://cachorroverde.com.br/site2009/?p=2915</link>
		<comments>http://cachorroverde.com.br/site2009/?p=2915#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 21 Nov 2011 03:05:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sylvia Angélico</dc:creator>
				<category><![CDATA[Receitas]]></category>
		<category><![CDATA[Biscoito caseiro para cães]]></category>
		<category><![CDATA[biscoito de linhaça para cães]]></category>
		<category><![CDATA[petisco caseiro para cachorro]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://cachorroverde.com.br/site2009/?p=2915</guid>
		<description><![CDATA[A amiga e querida Fúlvia, responsável pela adorável Whippet Suzie, vira e mexe aparece com receitas pra lá de apetitosas para peludos &#8211; e, por que não? &#8211; para seus cuidadores. Apetitosas e nutritivas! Suzie é uma galguinha de sorte com essa &#8220;mamys&#8221; gourmet e chef de mão cheia, não acham? (Neste endereço, confiram outras [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="socialize-in-content" style="float:right;"><div class="socialize-in-button socialize-in-button-vertical"><script type="text/javascript">
			<!-- 
				tweetmeme_url = "http://cachorroverde.com.br/site2009/?p=2915";
				tweetmeme_source = "tweetmeme";
				tweetmeme_style = "normal";
				
			//-->
			</script>
                        <script type="text/javascript" src="http://tweetmeme.com/i/scripts/button.js"></script></div><div class="socialize-in-button socialize-in-button-vertical"><script>
			<!-- 
			var fbShare = {
				url: "http://cachorroverde.com.br/site2009/?p=2915",
				size: "large",
				google_analytics: "true"
			}
			//-->
			</script>
                        <script src="http://widgets.fbshare.me/files/fbshare.js"></script></div></div><p style="text-align: justify;">A amiga e querida Fúlvia, responsável pela adorável Whippet Suzie, vira e mexe aparece com receitas pra lá de apetitosas para peludos &#8211; e, por que não? &#8211; para seus cuidadores. Apetitosas e nutritivas! Suzie é uma galguinha de sorte com essa &#8220;mamys&#8221; gourmet e chef de mão cheia, não acham? (<strong><a href="http://www.cachorroverde.com.br/petiscos.php " target="_blank">Neste endereço</a></strong>, confiram outras deliciosas contribuições da Fúl, como a Tortinha de Manjubinhas.)</p>
<p style="text-align: justify;">Ah, antes de pular para a receitinha dos Biscoitos de Linhaça, saiba você que a Fúlvia é também uma blogueira cachorrófila talentosa e inspirada. Não deixe de visitar esses espaços onde artigos dela podem ser conferidos: <strong><a href="http://maescomcaes.blogspot.com/" target="_blank">Mães com Cães </a></strong> e <strong><a href="http://cantodosbichos.blogspot.com/" target="_blank">Canto dos Bichos</a></strong> .</p>
<p style="text-align: justify;">Com a palavra, Fúlvia Andrade:</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;A receita de hoje é um biscoitinho de linhaça, para humanos e caninos =) Como eupreparei pra nós quatro (três humanos e uma dog)  fiz a receita inteira, rendeu uns 30 biscoitos. E a família toda pode comer!</p>
<h2 style="text-align: justify;">Biscoitos de linhaça &#8211; para humanos e caninos</h2>
<p style="text-align: justify;"><strong>Ingredientes:</strong></p>
<p style="text-align: justify;">- 300g de farinha de trigo (você pode fazer uma opção de 50% de farinha de trigo branco e 50% de trigo integral)<br />
<strong>sugestão da equipe Cachorro Verde:</strong> como alguns cães não se dão bem com farinha de trigo, poderia-se usar 50% farinha de aveia integral e 50% farinha de centeio integral.</p>
<p style="text-align: justify;">- 50g de aveia em flocos</p>
<p style="text-align: justify;">- 1 colher (chá) de fermento biológico seco</p>
<p style="text-align: justify;">- 200 ml de água morna</p>
<p style="text-align: justify;">- 4 colheres (sopa) de óleo<br />
<strong>sugestão equipe do Cachorro Verde: </strong>para um resultado ainda mais nutritivo, use <strong><a href="http://cachorroverde.com.br/site2009/?p=2424" target="_blank">óleo de coco</a></strong>.  <strong><br />
</strong></p>
<p style="text-align: justify;">- 1 colher (chá) de sal iodado</p>
<p style="text-align: justify;">- ¼ xícara (chá) de sementes de linhaça<br />
<strong>sugestão equipe Cachorro Verde: </strong>para os cães, as sementes de linhaça mais facilmente digestíveis e melhor aproveitadas pelo organismo são as escurinhas e trituradas (não as douradas, cruas).</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Modo de preparo:</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Misture a farinha com o sal e a aveia numa tigela grande. Faça uma cova no meio da mistura, como um vulcãozinho, e acrescente o óleo e a água pouco a pouco, de forma que a farinha vá incorporando o líquido devagar. Reserve ¼ de xícara (chá) de água para dissolver  o fermento e o acrescente no final. A massa não deve ser muito sovada, para ficar bem macia. Cubra a tigela com um pano seco e reserve-a, até que ela dobre de tamanho.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando dobrar de tamanho, leve-a a geladeira, para facilitar sua abertura. Enfarinhe uma superfície e abra a massa com um rolo, até a espessura de 1 centímetro. Corte-a com um cortador redondo ou quadrado e faça furos com um garfo para que os biscoitos não estufem no forno.</p>
<p style="text-align: justify;">Asse os biscoitos em forno médio, em forma baixa, sem untar, até ficarem dourados.&#8221;</p>
<p style="text-align: justify;">Espere esfriar e ofereça ao peludo (e à família!). Lembre-se de oferecer petiscos com moderação a cães e gatos, para não predispô-los ao sobrepeso. O site e o blog Cachorro Verde agradecem à gentileza da Fúl por nos ceder essa saborosa receita!</p>
<p style="text-align: center;"><a rel="attachment wp-att-2916" href="http://cachorroverde.com.br/site2009/?attachment_id=2916"><img class="size-full wp-image-2916 aligncenter" title="biscoito_linhaca" src="http://cachorroverde.com.br/site2009/wp-content/uploads/2011/11/biscoito_linhaca.jpg" alt="" width="500" height="370" /></a></p>
<p style="text-align: center;">Vontade de pegar logo uns três, né? Nham! Foto by Fúlvia.</p>
<p style="text-align: center;">&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Bom apetite e uma lambida do Cachorro Verde!</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://cachorroverde.com.br/site2009/?feed=rss2&#038;p=2915</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Bolinho de Carne Vegetariano + Biscoitinhos de Sardinha do Tiby</title>
		<link>http://cachorroverde.com.br/site2009/?p=2882</link>
		<comments>http://cachorroverde.com.br/site2009/?p=2882#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 20 Oct 2011 18:28:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sylvia Angélico</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cardápios]]></category>
		<category><![CDATA[Cotidiano]]></category>
		<category><![CDATA[Receitas]]></category>
		<category><![CDATA[biscoito canino caseiro]]></category>
		<category><![CDATA[petisco caseiro para gatos]]></category>
		<category><![CDATA[petisco feito em casa para cães]]></category>
		<category><![CDATA[petisco vegetariano caseiro para cães]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://cachorroverde.com.br/site2009/?p=2882</guid>
		<description><![CDATA[Abaixo, receitas muito especiais de petiscos caseiros nutritivos e deliciosos para cães e gatos. Confira abaixo como preparar o Bolinho de Carne Vegetariano, receita da amiga Fúlvia Andrade (blogueira cachorrófila); e os Biscoitinhos de Sardinha do Tiby, da querida Emi Torigoi, batizado em homenagem ao fofíssimo Westie dela. Bolinho de Carne Vegetariano Ingredientes: 1/2 xícara [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="socialize-in-content" style="float:right;"><div class="socialize-in-button socialize-in-button-vertical"><script type="text/javascript">
			<!-- 
				tweetmeme_url = "http://cachorroverde.com.br/site2009/?p=2882";
				tweetmeme_source = "tweetmeme";
				tweetmeme_style = "normal";
				
			//-->
			</script>
                        <script type="text/javascript" src="http://tweetmeme.com/i/scripts/button.js"></script></div><div class="socialize-in-button socialize-in-button-vertical"><script>
			<!-- 
			var fbShare = {
				url: "http://cachorroverde.com.br/site2009/?p=2882",
				size: "large",
				google_analytics: "true"
			}
			//-->
			</script>
                        <script src="http://widgets.fbshare.me/files/fbshare.js"></script></div></div><p style="text-align: justify;">Abaixo, receitas muito especiais de petiscos caseiros nutritivos e deliciosos para cães e gatos. Confira abaixo como preparar o Bolinho de Carne Vegetariano, receita da amiga Fúlvia Andrade (<strong><a href="http://cantodosbichos.blogspot.com/" target="_blank">blogueira cachorrófila</a></strong>); e os Biscoitinhos de Sardinha do Tiby, da querida Emi Torigoi, batizado em homenagem ao fofíssimo Westie dela.</p>
<h2 style="text-align: justify;"><strong>Bolinho de Carne Vegetariano</strong></h2>
<h3 style="text-align: justify;">Ingredientes:</h3>
<ul>
<li>1/2 xícara de arroz integral bem cozido</li>
<li>1/2 xícara de castanhas do pará e de cajú</li>
<li>1/2 colher de sopa de manteiga (muito mais saudável que margarina)</li>
<li>1/2 dente de alho picado na hora</li>
<li>1/4 de berinjela (se for grande, se for pequena, use 1/2) picadinha (pode substituir por 1/4 xícara de cogumelos)</li>
<li>salsinha picada</li>
<li>1 ovo</li>
<li>2 colheres de sopa de iogurte natural caseiro</li>
<li>100g de queijo ralado na hora (mussarela, prato, parmesão &#8211; qualquer um que derreta)</li>
</ul>
<h3>Modo de preparo:</h3>
<p>1. Comece cozinhando o arroz, caso você não o tenha pronto. Enquanto o arroz cozinha, toste as castanhas numa frigideira grande e quente, até que fiquem perfumadas, sem deixar queimar. Pique e reserve.</p>
<p>2. Pré-aqueça o forno a 190ºC.</p>
<p>3. Limpe os resquícios de nozes da frigideira e derreta a manteiga em fogo moderado. Junte a beringela, o alho e as ervas. Cozinhe até que todo o líquido se evapore.</p>
<p>4. Bata ligeiramente o ovo numa tigela. Junte o arroz cozido, a berinjela refogada, as castanhas, o iogurte, o queijo e misture muito bem.</p>
<p>5. Unte forminhas de empada com manteiga (muito mais saudável que margarina). Espalhe uniformemente a mistura nas formas, preenchendo bem e alisando a superfície com uma colher.</p>
<p>6. Asse até que os bolinhos estejam inflados, bem dourados e pareçam firmes. Retire do forno e deixe descansar por 10 minutos antes de desenformar e servir.</p>
<p style="text-align: center;"><a rel="attachment wp-att-2885" href="http://cachorroverde.com.br/site2009/?attachment_id=2885"><img class="aligncenter" title="suzie" src="http://cachorroverde.com.br/site2009/wp-content/uploads/2011/10/suzie.jpg" alt="" width="297" height="414" /></a></p>
<p style="text-align: center;">A elegante Suzie é a &#8220;cobaia&#8221; das criativas receitas da Fúlvia!<a rel="attachment wp-att-2883" href="http://cachorroverde.com.br/site2009/?attachment_id=2883"><br />
</a></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Observação:</strong> petiscos devem ser oferecidos com moderação, para evitar a obesidade, e não substituem as principais refeições do animal.</p>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
<h2 style="text-align: justify;"><strong>Biscoitinhos de Sardinha do Tiby</strong></h2>
<p style="text-align: center;"><strong><a rel="attachment wp-att-2881" href="http://cachorroverde.com.br/site2009/?attachment_id=2881"><img class="size-full wp-image-2881 aligncenter" title="biscoitinhos_Tiby" src="http://cachorroverde.com.br/site2009/wp-content/uploads/2011/10/biscoitinhos_Tiby.jpg" alt="" width="290" height="211" /></a><br />
</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Nota da Emi, responsável pela receita:</strong> esses biscoitinhos ficam bem crocantes e fazem o maior sucesso com a cachorrada! Como não tem conservantes, nem corantes, depois de assados eu os conservo (por pouco tempo) no freezer. É só retirar do freezer uns 10 minutinhos antes de oferecer.</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Em um processador de alimentos adicione 500g de sardinhas frescas. Normalmente, uso sardinhas limpas, sem cabeca, mas se forem inteiras, com vísceras e cabeca, o biscoito vai ficar ainda mais nutritivo.</li>
<li>Triture as sardinhas até formar uma pasta homogênea, sem pedacos ou espinhas aparentes.</li>
<li>À pasta de sardinha adicione 1-2 colheres de sopa de levedura de cerveja em pó (depende do gosto do seu cão), e 1 xícara de farinha de aveia.</li>
<li>Bata a massa até que se forme uma bola e desgrude das paredes do processador, se for preciso adicione mais farinha de aveia.</li>
<li>Estique a massa com um rolo, até adquirir espessura de 0,5 cm. Corte os biscoitos e asse em forno médio até que fiquem crocantes, por cerca de 30 minutos.</li>
<li>Espere esfriar e sirva!</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">O cheirinho de peixe assado é irresistivel!</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Observação:</strong> petiscos devem ser oferecidos com moderação, para evitar a obesidade, e não substituem as principais refeições do animal.</p>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><a rel="attachment wp-att-2886" href="http://cachorroverde.com.br/site2009/?attachment_id=2886"><img class="size-full wp-image-2886 aligncenter" title="tiby" src="http://cachorroverde.com.br/site2009/wp-content/uploads/2011/10/tiby.jpg" alt="" width="293" height="373" /></a></p>
<p style="text-align: center;">Tiby, o charmoso Westie que dá nome a essa guloseima!</p>
<p style="text-align: justify;">Gostou das receitas?<strong> <a href="http://www.cachorroverde.com.br/petiscos.php" target="_blank">Nesse endereço</a></strong> você encontra muitas outras receitas saudáveis &#8211; nada de ingredientes duvidosos, corantes e conservadores &#8211; que deixarão seu peludo maluquinho!</p>
<p style="text-align: justify;">Bom apetite e uma lambida do Cachorro Verde!</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://cachorroverde.com.br/site2009/?feed=rss2&#038;p=2882</wfw:commentRss>
		<slash:comments>4</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Cachorro Verde no Portal Atitude Sustentável</title>
		<link>http://cachorroverde.com.br/site2009/?p=2874</link>
		<comments>http://cachorroverde.com.br/site2009/?p=2874#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 14 Oct 2011 19:21:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sylvia Angélico</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cães]]></category>
		<category><![CDATA[dieta caseira cães e gatos é ecológica]]></category>
		<category><![CDATA[dieta caseira para cães é sustentável]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://cachorroverde.com.br/site2009/?p=2874</guid>
		<description><![CDATA[O Portal Atitude Sustentável, publicou hoje, dia 14 de setembro de 2011, uma reportagem muito simpática e informativa sobre as dietas caseiras naturais divulgadas pelo Cachorro Verde! Agradecemos o interesse e a atenção da repórter Gisele Eberspacher e ao portal Atitude Sustentável, por nos ajudarem a divulgar essa modalidade saudável de alimentação caseira para pets! [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="socialize-in-content" style="float:right;"><div class="socialize-in-button socialize-in-button-vertical"><script type="text/javascript">
			<!-- 
				tweetmeme_url = "http://cachorroverde.com.br/site2009/?p=2874";
				tweetmeme_source = "tweetmeme";
				tweetmeme_style = "normal";
				
			//-->
			</script>
                        <script type="text/javascript" src="http://tweetmeme.com/i/scripts/button.js"></script></div><div class="socialize-in-button socialize-in-button-vertical"><script>
			<!-- 
			var fbShare = {
				url: "http://cachorroverde.com.br/site2009/?p=2874",
				size: "large",
				google_analytics: "true"
			}
			//-->
			</script>
                        <script src="http://widgets.fbshare.me/files/fbshare.js"></script></div></div><p style="text-align: justify;">O <a href="http://atitudesustentavel.uol.com.br/" target="_blank">Portal Atitude Sustentável</a>, publicou hoje, dia 14 de setembro de 2011, uma reportagem muito simpática e informativa sobre as dietas caseiras naturais divulgadas pelo Cachorro Verde! Agradecemos o interesse e a atenção da repórter Gisele Eberspacher e ao portal Atitude Sustentável, por nos ajudarem a divulgar essa modalidade saudável de alimentação caseira para pets! <strong>Leia a matéria clicando na imagem abaixo.</strong></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://atitudesustentavel.uol.com.br/blog/2011/10/14/alimentacao-saudavel-e-sustentavel-para-caes-e-gatos/" target="_blank"><img style="width: 396px; height: 382px;" src="/cachorroverde/cmsimages/CachorroVerde_AtitudeSustentavel.jpg" alt="" /></a></p>
<p style="text-align: center;">&nbsp;</p>
<p style="text-align: left;"><strong><a href="http://www.cachorroverde.com.br/midia.php" target="_blank">Confira aqui</a> </strong>outras matérias que figuraram a nossa Alimentação Natural caseira!</p>
<p>Bom apetite e obrigada por visitar o Cachorro Verde!</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://cachorroverde.com.br/site2009/?feed=rss2&#038;p=2874</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Os desafios e as alegrias de adotar um cão adulto</title>
		<link>http://cachorroverde.com.br/site2009/?p=2666</link>
		<comments>http://cachorroverde.com.br/site2009/?p=2666#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 12 Sep 2011 00:13:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sylvia Angélico</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cães]]></category>
		<category><![CDATA[Cotidiano]]></category>
		<category><![CDATA[Traduções]]></category>
		<category><![CDATA[adoção de cães adultos]]></category>
		<category><![CDATA[adotar cachorro adulto]]></category>
		<category><![CDATA[comportamento cães adotados]]></category>
		<category><![CDATA[Patricia McConnell]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://cachorroverde.com.br/site2009/?p=2666</guid>
		<description><![CDATA[Lendo a edição de verão da sempre ótima revista americana The Bark, achei particularmente fascinante o artigo abaixo, assinado pela comportamentalista Ph.D, Patricia McConnell. Decidi traduzi-lo e publicá-lo no blog por julgar muito relevantes as dicas que ele traz. Estamos vivendo no Brasil um momento interessante de ampliação da consciência de se adotar cães &#8211; [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="socialize-in-content" style="float:right;"><div class="socialize-in-button socialize-in-button-vertical"><script type="text/javascript">
			<!-- 
				tweetmeme_url = "http://cachorroverde.com.br/site2009/?p=2666";
				tweetmeme_source = "tweetmeme";
				tweetmeme_style = "normal";
				
			//-->
			</script>
                        <script type="text/javascript" src="http://tweetmeme.com/i/scripts/button.js"></script></div><div class="socialize-in-button socialize-in-button-vertical"><script>
			<!-- 
			var fbShare = {
				url: "http://cachorroverde.com.br/site2009/?p=2666",
				size: "large",
				google_analytics: "true"
			}
			//-->
			</script>
                        <script src="http://widgets.fbshare.me/files/fbshare.js"></script></div></div><p style="text-align: justify;">Lendo a edição de verão da sempre ótima revista americana <a href="http://www.thebark.com/" target="_blank"><strong>The Bark</strong></a>, achei particularmente fascinante o artigo abaixo, assinado pela comportamentalista Ph.D, Patricia  McConnell. Decidi traduzi-lo e publicá-lo no blog por julgar muito relevantes as dicas que ele traz. Estamos vivendo no Brasil um momento interessante de ampliação da consciência de se adotar cães &#8211; na maioria das vezes adultos (ou até idosos) e sem raça definida. Até nós, editoras do site Cachorro Verde, que sempre fizemos questão de ter cães de raça, revemos nossos (pré) conceitos e nos apaixonamos pela Polly, virinha preta absolutamente encantadora que se tornou integrante da nossa familia. (Leia tudo sobre isso <strong><a href="http://cachorroverde.com.br/site2009/?p=2547" target="_blank">aqui</a></strong>, orgulhosamente, o nosso post mais divulgado e comentado!)</p>
<p style="text-align: justify;">Mas não pensem que não tomamos uns sustinhos com a Polly, principalmente, de início. Antes de adotá-la, conversamos um tempão com sua responsável, a amiga veterinária e comportamentalista Vanessa, da deliciosa <strong><a href="http://www.caominhando.com.br/" target="_blank">creche canina Cãominhando</a></strong>.  Polly parecia uma boa pedida para nossa realidade: porte pequeno, pelagem que exige zero manutenção, saudável e, acima de tudo, amistosa e brincalhona com pessoas e com os cães que frequentam a creche onde permaneceu por cerca de um ano. Mas antes disso, Polly vivera em um cortiço, à própria sorte, onde fora resgatada doente e cheia de manias inconvenientes. Ou seja, as (maravilhosas!) protetoras que a recolheram precisaram reabilitá-la em dois âmbitos: o da saúde geral e o do comportamental. E fizeram um trabalho excepcional.</p>
<p style="text-align: center;"><a rel="attachment wp-att-2819" href="http://cachorroverde.com.br/site2009/?attachment_id=2819"></a><a rel="attachment wp-att-2819" href="http://cachorroverde.com.br/site2009/?attachment_id=2819"></a><a rel="attachment wp-att-2823" href="http://cachorroverde.com.br/site2009/?attachment_id=2823"><img class="aligncenter size-medium wp-image-2823" title="polly_e_corah" src="http://cachorroverde.com.br/site2009/wp-content/uploads/2011/09/polly_e_corah2-300x200.jpg" alt="" width="432" height="286" /></a><br />
Nossas Polly e Corah</p>
<p style="text-align: justify;">Mas no dia em que veio para casa, ela subiu no sofá da sala e deu um &#8220;chega-pra-lá&#8221; bem rosnento na boboca da Corah, nossa Golden. Imediatamente, ouviu da gente um &#8220;não&#8221; e foi colocada no chão. Ficou sem acesso a todos os lugares altos da casa por um bom tempo, até aprender a se comportar. E aprendeu, para nosso alívio. Em poucos dias já estava rolando no chão com a Corah e respeitando a Maya, salsichinha, e o comandante da matilha, Oliver, um Sheltie de 10 anos. Também perseguia nossos gatos, para a agonia inicial dos bichanos, mas aprendeu a deixá-los em paz. Durante os passeios na rua, parecia uma doida varrida, querendo ir em 5 direções simultaneamente. Mas, graças à mágica de um enforcador bem colocado, hoje caminha exemplarmente.</p>
<p style="text-align: justify;">Na hora das refeições, torcia o focinho para os legumes. Cuspia-os no chão e ainda fazia caretas. Com adaptação gradual, associada à pressão do grupo (que é da filosofia &#8220;caiu-no-chão-tô-comendo&#8221;), Polly aprendeu a apreciar todos os vegetais que servimos, mesmo os pedaços grandes. Carente e insegura, certa vez passou a noite acidentalmente fora do nosso quarto (onde dorme num cantinho) e, confusa e sentindo-se rejeitada, fez xixi e cocô no quarto de hóspedes &#8211; o que ela até então jamais fizera. Entendemos o ocorrido e nos certificamos de remediar a situação. O incidente não mais se repetiu.</p>
<p style="text-align: justify;">Há alguns meses a levamos junto com a Corah para uma sessão de fotos das duas best-friends-forever ao ar livre. Corah está habituada a ficar sem guia em parques (<strong>jamais</strong> a solto em passeios), se mantém por perto e nos obedece. Quando tivemos a infeliz ideia de soltar a Polly da guia por um minutinho para fazer umas fotos mais naturais, a bichinha saiu desembestada parque afora. Por pouco não tivemos um AVC na hora. Graças aos céus, rapidamente consegui prendê-la e aprendemos uma importante lição nesse dia. Quando frequenta áreas não-cercadas onde cães brincam soltos, Polly agora usa uma guia de 9 metros, que eu seguro, dando mais ou menos corda enquanto vou chamando-a de volta e a recompensando quando me obedece.</p>
<p style="text-align: center;"><a rel="attachment wp-att-2824" href="http://cachorroverde.com.br/site2009/?attachment_id=2824"><img class="aligncenter size-medium wp-image-2824" title="CRW_6649" src="http://cachorroverde.com.br/site2009/wp-content/uploads/2011/09/CRW_6649-200x300.jpg" alt="" width="316" height="472" /></a></p>
<p style="text-align: center;">Adote o Tico, 5 anos, porte médio</p>
<p style="text-align: justify;">Enfim. Tudo isso o que relatei tem sido/está sendo contornado, com paciência e sempre acreditando no imenso potencial dessa cachorrinha carinhosa, mansinha, brincalhona e muito inteligente. Mas, nas mãos de outra pessoa, qualquer uma dessas travessuras normais de cães calouros poderia ser o bastante para justificar a devolução &#8211; ou, infinitamente pior &#8211; o abandono da pobrezinha.</p>
<p style="text-align: justify;">Maaaas, não pensem vocês que nossos cães de raça também não aprontaram das suas. Oliver destruiu um cashmere londrino que eu amava quando era filhote, e até alguns anos, revirou muito lixinho de banheiro na nossa ausência. Corah roeu um dos pilares que sustentam a parte de trás de casa, encheu o jardim de buracos, engoliu várias pedras e inúmeros cocôs, destroçou enfeites de nossa árvore de Natal, e até hoje demonstra todo o seu amor pelas visitas abocanhando-lhes o braço com a imensa boca babosa. Maya, adotada aos 3 anos, teve dificuldades de aprender a fazer xixi e cocô no lugar certo e tinha o fino hábito de degustar fezes sobre o sofá da sala.</p>
<p style="text-align: justify;">Então, a pergunta real é: que cachorro não apronta? É preciso ter paciência com todos eles, independentente de raça, idade e porte. E acreditar que esse comportamento indesejável pode &#8211; e na maior parte das vezes vai &#8211; passar.</p>
<p style="text-align: justify;">Fiquem com os maravilhosos escritos da Dra. Patricia McConnell.</p>
<h2 style="text-align: justify;"><strong>Bem-vindo: ajudando um cão adulto recém-adotado a se adaptar ao novo ambiente</strong></h2>
<p style="text-align: justify;">por Patricia McConnell, PhD<br />
Retirado da revista <strong><a href="http://www.thebark.com/" target="_blank"><strong>The Bark</strong></a></strong>, edição de junho a agosto, de 2011, página 50.</p>
<p style="text-align: justify;">Tradução: Sylvia Angélico</p>
<p style="text-align: justify;">Barbara me procurou desesperada. Seu pé se agitava pra cima e pra baixo enquanto ela me contava sobre os problemas que vinha tendo com sua nova cadela adotada, Isabelle. Uma cadela do tipo &#8220;esfregão&#8221; &#8211; talvez 7 quilos de cachorra e 2,5 quilos de pelos -, Isabelle havia sido adotada de um lar temporário havia mais ou menos um mês. Era uma cadelinha adorável, doce e amistosa, mas estava levando Barbara e seu marido à loucura. &#8220;Ela tem cinco anos de idade e ainda faz xixi pela casa; não vem quando é chamada; e ontem à noite, roeu um dos meus livros favoritos. Meu marido está perdendo a paciência e eu tenho que admitir: minha paciência também está por um fio.&#8221;</p>
<p style="text-align: justify;">Barbara não está sozinha em relação a esse transtorno, e acredite ou não, de alguma forma isso é algo maravilhoso. Aleluia, irmãos, está se tornando cada vez mais frequente a adoção de cães adolescentes ou adultos &#8211; geralmente oriundos de abrigos e grupos de resgate, mas ocasionalmente, também de vizinhos, criadores ou amigos cujos cães simplesmente precisavam de uma vida melhor. <strong>Não importa a sua origem, cães adolescentes e adultos (acima de cinco ou seis meses de idade) representam um conjunto de desafios diferentes em relação a filhotes de nove semanas de vida</strong>. Existem dois princípios importantes para manter em mente ao adotarmos um cão parcialmente ou totalmente crescido.</p>
<p style="text-align: center;"><a rel="attachment wp-att-2825" href="http://cachorroverde.com.br/site2009/?attachment_id=2825"><img class="aligncenter size-medium wp-image-2825" title="CRW_6690" src="http://cachorroverde.com.br/site2009/wp-content/uploads/2011/09/CRW_6690-300x200.jpg" alt="" width="463" height="308" /></a></p>
<p style="text-align: center;">Adote a Nina, 2 anos, porte pequeno</p>
<p style="text-align: justify;">Talvez o mais importante deles é ter consciência de suas próprias expectativas. Adestradores e comportamentalistas vêem isso direto: filhotes novinhos têm mais &#8220;desconto&#8221; para o que se rotula de mau comportamento. Mas há um conjunto totalmente diferente de expectativas para os cães que já cresceram e saíram da fase &#8220;fofinha&#8221;. Para citar um exemplo, ninguém espera que um filhote de dois meses já tenha aprendido as regras de higiene (bem, pelo menos a <em>maioria</em> das pessoas não espera isso), mas é comum ficarmos frustrados e irritados quando um cão adulto tem um desses &#8220;acidentes&#8221;. (&#8220;Poxa, ele já é adulto; como pode fazer xixi na sala?&#8221;).</p>
<p style="text-align: justify;">Suspeito que este é um daqueles casos em que confundimos as espécies. Eu seria a primeira a cair dura se uma pessoa adulta urinasse na sala da minha casa, mas cães não são pessoas peludas, e só porque obedeciam ao treinamento de higiene em seu local de origem, não significa que irão automaticamente generalizar e repetir esse comportamento em outra casa. Isso acontece até com cães bem adestrados mas que não foram acostumados a permanecer em casas diferentes. E é um problema para cães que foram ensinados a fazer as necessidades somente  dentro de casa. (Afinal, muitos de nós já tivemos um cão que ergueu a perna sobre a árvore de Natal, certo?)</p>
<p style="text-align: justify;">Até mesmo o Cool Hand Luke, meu cachorro de ouro, aquele que é um em um milhão, deu trabalho para aprender as regras de higiene. Ele passou o primeiro de sua vida em um canil antes de eu adotá-lo e nesse lugar permitiam a ele uma única saída diária para comer e fazer cocô. Não é de surpreender que as coisas não tenham dado lá muito certo quando ele veio viver na minha casa. Não consigo me lembrar de uma situação em que os problemas dele ficaram mais evidentes do que quando o levei comigo para uma aula de socialização de filhotes que eu estava dando. Ele estava comigo há mais ou menos 6 meses, e era um fofo, uma graça mesmo com filhotes. Então o levei comigo. Luke e eu estávamos parados lado a lado quando uma moça se aproximou com um daqueles filhotes de Labrador amarelo, de ossatura pesada e olhos grandes que fazem a gente se derreter toda. Enquanto eu brincava com o bebezão, Luke ergueu a perna e fez xixi no calcanhar da moça. Ambas chocadas, eu e ela nos entreolhamos; e então eu disse, com uma expressão séria, &#8220;se você se comprometer a vir a todas as minhas aulas e se esforçar bastante, você também poderá ter um cachorro assim, educado como Luke!&#8221; Sorte a minha, a mulher caiu na gargalhada, e permaneceu na aula sem pedir o dinheiro de volta.</p>
<p style="text-align: justify;">Muitos cães resgatados têm melhores modos do que tinha o Luke quando eu o adotei, mas <strong>não importa de onde eles vêm, não podemos esperar que cães adultos venham morar conosco sem problema algum, já adaptados.</strong> Garanto a você que (a) a maioria das pessoas responderá a essa afirmação com um &#8220;Mas é claro que não!&#8221; e (b) a maior parte das pessoas irá entrar em pânico lá para o 8o. dia se o pet novo não se aproximar do ideal de perfeição. Isso não acontece porque somos burros e ignorantes; e sim porque somos pessoas e fomos condicionados a esperar que cães que parecem ser adultos se comportem de determinadas maneiras.  Mas <strong>cães que não cresceram com a gente não aprenderam as nossas regras</strong>, não generalizam o mundo usando as mesmas categorias que nós e não fazem a menor ideia sobre o que nós esperamos deles. Normalmente leva umas boas três semanas para o mais estável dos cães se acomodar ao novo ambiente, mas frequentemente leva de seis meses a um ano para você ter o cão que pensou que estivesse adotando.  O que nos traz ao segundo grande princípio: paciência.</p>
<p style="text-align: center;"><a rel="attachment wp-att-2826" href="http://cachorroverde.com.br/site2009/?attachment_id=2826"><img class="aligncenter size-medium wp-image-2826" title="_MG_4414" src="http://cachorroverde.com.br/site2009/wp-content/uploads/2011/09/MG_4414-200x300.jpg" alt="" width="285" height="427" /></a></p>
<p style="text-align: center;">Adote a Babi, 4 anos, porte pequeno a médio</p>
<p style="text-align: justify;">A paciência é uma parte tão importante para moldar um novo cão à sua vida que é possível ficar impaciente diante do número de vezes que a Karen London e eu mencionamos as virtudes da paciência em nosso novo livro<strong><a href="http://www.patriciamcconnell.com/product/love-has-no-age-limit" target="_blank"> <em>Love Has No Age Limit</em></a></strong> (<em>O Amor Não Tem Limite de Idade</em>, inédito no Brasil). Mas &#8220;tenha paciência&#8221; é um mantra que todo mundo, profissionais e amadores, deveria repetir diariamente (para não dizer de hora em em hora).</p>
<p style="text-align: justify;">E já que estamos falando sobre isso, traga também o melhor amigo da Paciência, que é o Acreditar, porque você vai precisar dele também. Acreditar que você não cometeu um erro terrível; que sim, seu novo cachorro vai parar de chorar e de andar pra lá e pra cá; e que eventualmente, as coisas irão se normalizar e a agonia mútua (sua e do cachorro) irá evoluir até a matilha se tornar confortável. Mas isso não quer dizer que você não terá trabalho pela frente. Você pode até vir a precisar da orientação de um adestrador ou comportamentalista. Mas, na maioria das vezes, três a seis meses lá na frente, você não reconhecerá o cão com o qual você começou.</p>
<p style="text-align: justify;">É claro, como todos sabemos, paciência e acreditar nem sempre bastam &#8211; em raras ocasiões você pode descobrir que escolheu o cão errado para você e para a sua família (ou que vocês são a família errada para o cachorro), e terá que fazer o melhor por todas as vidas pelas quais é responsável. Mas, repetindo, você precisará ser paciente e acreditar para agir da melhor forma possível e proporcionar uma vida boa a todos os que dependem de você, quer seja mantendo o animal ou encontrando outra solução que funcione bem para todos os envolvidos. Embora cada situação seja diferente, aqui vão alguns sábios conselhos de comportamentalistas e pessoas que vêm trabalhando em abrigos e ONG&#8217;s há anos e que poderão ajudar a facilitar a transição do &#8220;novo cachorro da casa&#8221; para &#8211; eu espero! &#8211; &#8220;o melhor-cachorro-que-já-tive&#8221;.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Dando as boas-vindas a um cão de abrigo: um novo começo.</h2>
<h4 style="text-align: justify;"><strong>Preparo</strong></h4>
<p style="text-align: justify;">Idealmente, antes de você e seu novo melhor amigo entrarem com o carro na garagem de casa, você deverá ter dado uma investigada em toda a sua casa e decidido onde o cão não deverá ter acesso e onde ele dormirá, bem como ter identificado qualquer objeto que possa ser perigoso para o cão e removê-lo do alcance dele. Você deverá ter adquirido um crate (saiba mais sobre crates e crate training <strong><a href="http://www.blog.villechamonix.com/2010/06/crates-e-crates.html" target="_blank">clicando aqui</a></strong>), alimentos de boa qualidade, comedouros e bebedouros, alguns petiscos atraentes e saudáveis para adestramento e brinquedos. (Mas calma, não se empolgue e torre muita verba no enxoval, até que você passe a conhecer melhor o seu cachorro).</p>
<p style="text-align: center;"><a rel="attachment wp-att-2827" href="http://cachorroverde.com.br/site2009/?attachment_id=2827"><img class="aligncenter size-medium wp-image-2827" title="_MG_9996" src="http://cachorroverde.com.br/site2009/wp-content/uploads/2011/09/MG_9996-300x218.jpg" alt="" width="430" height="312" /></a></p>
<p style="text-align: center;">Adote o Rodolfo, 2 anos, porte médio</p>
<h4 style="text-align: justify;"><strong>Dirigindo para casa</strong></h4>
<p style="text-align: justify;">É melhor levar um amigo ou parente junto para que um dirija e o outro fique de olho no cachorro. Se for possível, coloque o cão dentro de uma caixa de transporte, e se certifique de deixá-lo de coleira <span style="text-decoration: underline;">E</span> guia para não correr o risco dele acabar fugindo quando você abrir a porta.</p>
<h4 style="text-align: justify;"><strong>Você acabou de chegar em casa</strong></h4>
<p style="text-align: justify;">Mantenha o cão na guia, mesmo que você tenha um quintal cercado, e passe um tempinho deixando-o cheirar tudo e fazer as necessidades, se ele estiver com vontade. Quando estão um pouco nervosos, os cães tendem a não fazer xixi em lugares desconhecidos, então seja paciente; se ele não quiser fazer pipi, leve-o para dentro mas fique de olho. Se você tem outros pets, evite apresentações-surpresa dentro de casa. Deixe os cães se cumprimentarem fora de casa, onde há espaço e libedade para se movimentarem, e então, convide o novo membro da família para entrar. Se tiver gatos, confine-os em um cômodo para evitar perseguições típicas de desenhos animados &#8211; nas quais o cão aprende que o gato é seu brinquedo favorito e o gato aprende que o cachorro é um monstro. Peça a todas as pessoas da casa para serem amistosas, mas sutis; evitem ficar em cima do cachorro e a sessão de beijos e abraços que nós humanos adoramos impôr aos caninos indefesos.</p>
<h4 style="text-align: justify;"><strong>O basicão do treinamento de higiene</strong></h4>
<p style="text-align: justify;">Pois é, mesmo que você tenha trazido para casa um cachorro de dez anos de idade que nunca fez xixi fora do lugar na vida, ainda assim é recomendável ensinar e reforçar as normas de higiene da sua casa por um tempo. <strong>Trate qualquer cão adulto como se ele fosse um filhotinho</strong>; leve-o para fazer xixi e cocô no lugar designado para isso frequentemente, premie com petiscos quando ele acertar e restrinja o ambiente dele à parte da casa onde você passa a maior parte do seu tempo. Quando precisar sair de casa, deixe-o em um <strong><a href="http://www.blog.villechamonix.com/2010/06/crates-e-crates.html" target="_blank">crate</a></strong> ou em uma área pequena, onde ele não possa/queira fazer xixi e onde ele não possa fazer muito estrago na sua ausência. Esses avanços podem ser atingidos dentro de um ou dois dias, mas é melhor começar direito do que ter que ficar lidando com isso meses depois. Se seu novo peludo for como o meu Cool Hand Luke e tiver dificuldade de aprender as regras de higiene, o processo pode demorar um pouco mais, mas se você for atento e tiver bom senso,  quase sempre é possível lidar com o problema e cortoná-lo.</p>
<h4 style="text-align: justify;"><strong>Mantenha-se alerta</strong></h4>
<p style="text-align: justify;">Um dos problemas mais comumente relatados pelos protetores são cães que disparam porta afora ou através de cercas e que não voltam quando são chamados. Até você conhecer bem o seu novo cachorro, bole um plano para evitar excursões inesperadas do peludo pela vizinhança. Instale <strong><a href="http://www.google.com/imgres?q=port%C3%A3ozinho+de+cachorro&amp;um=1&amp;hl=en&amp;sa=N&amp;tbm=isch&amp;tbnid=Qs-grX4Gj74S2M:&amp;imgrefurl=http://mauropalegre.blogspot.com/&amp;docid=WeGZnIpsnknVWM&amp;w=370&amp;h=400&amp;ei=yUJtTvKvI4OCgAft0_CUBg&amp;zoom=1&amp;iact=hc&amp;vpx=580&amp;vpy=221&amp;dur=1438&amp;hovh=233&amp;hovw=216&amp;tx=114&amp;ty=131&amp;page=4&amp;tbnh=121&amp;tbnw=115&amp;start=61&amp;ndsp=21&amp;ved=1t:429,r:3,s:61&amp;biw=1280&amp;bih=617" target="_blank">portõezinhos de cachorro</a></strong> nos caminhos que conduzem a portas frequentemente usadas e examine cuidadosamente o cercado de seu jardim ou quintal em busca do menorzinho dos espaços/buracos que permita fuga. (Você ficaria bobo de ver quão inadequada é a maioria das cercas &#8211; eu sei que eu fiquei quando comecei a atender consultas em domicílio e testemunhei um <strong><a href="http://www.google.com/imgres?q=Chesapeake+Bay+Retriever&amp;um=1&amp;hl=en&amp;sa=X&amp;tbs=isz:l&amp;tbm=isch&amp;tbnid=s4fWM7S4s79jsM:&amp;imgrefurl=http://dogbreedsinfo.org/Chesapeake-Bay-Retriever.html&amp;docid=OM7B-y2Cri17mM&amp;w=3324&amp;h=2544&amp;ei=hkNtTr_KDdLqgQfKuqGIBg&amp;zoom=1&amp;iact=hc&amp;vpx=211&amp;vpy=231&amp;dur=1547&amp;hovh=196&amp;hovw=257&amp;tx=155&amp;ty=78&amp;page=1&amp;tbnh=164&amp;tbnw=243&amp;start=0&amp;ndsp=9&amp;ved=1t:429,r:0,s:0&amp;biw=1280&amp;bih=617" target="_blank">Chesapeake Bay Retriever</a></strong> se contorcendo por um buraco que eu julgava pequeno demais para um Poodle Toy passar!)<a rel="attachment wp-att-2828" href="http://cachorroverde.com.br/site2009/?attachment_id=2828"><br />
</a></p>
<p style="text-align: center;"><a rel="attachment wp-att-2865" href="http://cachorroverde.com.br/site2009/?attachment_id=2865"><img class="aligncenter size-medium wp-image-2865" title="_MG_2460" src="http://cachorroverde.com.br/site2009/wp-content/uploads/2011/09/MG_2460-200x300.jpg" alt="" width="269" height="401" /></a></p>
<p style="text-align: center;">Adote o Plínio, 2 anos, porte médio</p>
<h4 style="text-align: justify;"><strong>Seja respeitoso</strong></h4>
<p style="text-align: justify;"><strong>Você pode ter passado um tempão decidindo estar apto a acolher um novo cachorro, mas o cachorro não estava necessariamente preparado para um novo relacionamento</strong>, então vá com calma. Seja amigável e carinhoso, mas não sufoque o peludo com visitas, afagos e atenção constante. É cansativo se adaptar a um novo ambiente, e para muitos cães isso é  uma tarefa ainda mais difícil, dependendo das mudanças e situações que eles atravessaram no passado. Imagine que você está saindo com uma pessoa de quem você gosta muito, muito mesmo. Sua mãe te dirá para não forçar a barra no começo, para não espantar a pessoa!  Aqui funciona da mesma forma. Pode demorar 24 horas para seu novo cachorro se apaixonar por você, mas pode levar algumas semanas (e em alguns casos, pode levar alguns meses&#8230;). Lembra que eu falei sobre ter paciência?</p>
<h4 style="text-align: justify;"><strong>Adestramento é crucial</strong></h4>
<p style="text-align: justify;">Seu cão está sempre aprendendo, então, de certa forma, você está sempre treinando ele. Não espere ter um cão campeão de obediência dentro de algumas semanas, mas <strong>decida logo de cara quais comportamentos são os mais importantes para você. Na sua lista pode constar: fazer as necessidades somente no quintal, atender pelo nome, caminhar tranquilamente na guia e não pular nas visitas.</strong> Comece desde já a educar o cão, mas certifique-se duplamente de empregar métodos de treinamento divertidos e recompensatórios. Se concentre naquilo que você deseja que seu cão domine, e trabalhe isso usando petiscos, carinho (se o cachorro adorar carinho) e brincadeiras apropriadas. Entretanto, espere um pouco para matricular seu cão em aulas coletivas até você conhecê-lo melhor; aulas em grupo podem ser assustadoras para os cães, principalmente se eles não tiverem sido bem socializados, então trabalhe primeiro com um adestrador particular se for o caso, antes de partir para as aulinhas grupais.</p>
<h4 style="text-align: justify;"><strong>Levar ou não ao veterinário</strong></h4>
<p style="text-align: justify;">Há cães que chegam ao novo lar precisando desesperadamente de cuidados veterinários, e, nesse caso, não há alternativa a não ser proporcionar o atendimento que ele requer. Mas se o cachorro não apresenta nenhum problema de saúde que exija atendimento veterinário imediato, agende uma consulta na clínica veterinária de sua escolha para uma visitinha casual, durante a qual a equipe do lugar &#8211; e o veterinário, se for possível &#8211; de maneira sutil fará amizade com o peludo usando de petiscos gostosos. A ideia é fazer o peludo sair da clínica desejando que ele pudesse ficar lá mais tempo, e se perguntando quando poderá ter a sorte de retornar a esse lugar tão gostoso. Lembre-se: a primeira impressão é a que fica&#8230;</p>
<h4 style="text-align: justify;"><strong>Cadê o meu cachorro perfeito?</strong></h4>
<p style="text-align: justify;">Muitos cães se mostram inibidos quando entram em um novo ambiente pela primeira vez, principalmente se eles tiveram uma vida relativamente reclusa. Então não se surpreenda se seu cachorro se portar de forma diferente no vigésimo primeiro dia em relação a como ele estava se comportando no dia em que chegou. Muitos cães precisam de pelo menos três semanas na casa nova até começarem a relaxar, sendo que os mais sensíveis e delicados podem requerer uns bons três meses. (Cachorros muito judiados ou traumatizados, como aqueles que passaram a vida toda em uma gaiola sem jamais poder sair, podem demorar até um ano para se sentir à vontade.)</p>
<h4 style="text-align: justify;"><strong>Será que escolhi o cachorro errado?</strong></h4>
<p style="text-align: justify;">Não é incomum o cachorro se comportar de uma forma diferente da informada pelo protetor ou cuidador prévio que convivia com ele. É provável que o doador tenha lhe dito que que esse cão só fazia as necessidades no lugar certo, mas agora você vê que ele está fazendo pipi no quarto de hóspedes. Ou talvez o protetor tenha informado que o peludo não demonstrava sinais de possessividade com comida, mas, do nada, lá está o peludo rosnando para os seus filhos enquanto se alimenta. <strong>O fato é que o comportamento é dependente de contexto. </strong>Isso quer dizer que todo animal com um flexível repertório poderá variar seu comportamento em ambientes diferentes. Nós sabemos disso, intuitivamente, em relação a nós mesmos: você, durante uma tensa reunião de negócios, é a mesma pessoa que aparenta ser numa manhã de domingo, em casa? Não seriam esses lugares e situações que despertam o que há de pior em você, e outros, que trazem à tona o melhor de você? Os cães variam seu comportamento principalmente se conviveram em um grupo (como um canil ou abrigo com um monte de cachorros) e passam a viver em um ambiente no qual são o único representante de sua espécie.</p>
<p style="text-align: justify;">Isso não quer dizer que avaliações de comportamento e temperamento realizadas em outros contextos sejam inválidas. São válidas sim, e eu apóio avaliações comportamentais bem feitas e objetivas. Contudo, isso também quer dizer que o comportamento do cão em um determinado ambiente jamais será 100% preditivo de seu jeito de ser em outro lugar. Então, não adianta perder tempo se queixando que ele era diferente antes de você trazê-lo para casa; canalize esse tempo observando como ele se comporta agora, e como você pode incentivar os pontos fortes dele e modificar quaisquer problemas comportamentais em potencial.</p>
<p style="text-align: center;"><a rel="attachment wp-att-2829" href="http://cachorroverde.com.br/site2009/?attachment_id=2829"><img class="aligncenter size-medium wp-image-2829" title="_MG_0701" src="http://cachorroverde.com.br/site2009/wp-content/uploads/2011/09/MG_0701-200x300.jpg" alt="" width="318" height="476" /></a></p>
<p style="text-align: center;">Adote a Nadine, 4 anos, porte médio</p>
<h4 style="text-align: justify;"><strong>Mantenha um diário</strong></h4>
<p style="text-align: justify;">Um diário, mesmo um simples e casual, é uma ótima maneira de te ajudar a acompanhar o progresso do seu cão. Quando algo muda devagarzinho, pode ser difícil de notar e não há nada melhor do que manter um registro, seja por escrito ou por vídeo, para te lembrar o quanto você e seu peludo progrediram. Nem posso te dizer quão frequentemente clientes retornam para a consulta de acompanhamento e acabam se esquecendo do motivo original que os trouxe a mim. Se a consulta inicial tinha por objetivo ajudar o cão a se sentir à vontade quando deixado em casa sozinho, a próxima consulta pode ser sobre ensiná-lo a não latir nas janelas. &#8220;Mas como o Jake tem se comportado quando é deixado sozinho em casa?&#8221;, pergunto. &#8220;Ah (pausa)&#8230;está ótimo, mas essa latição para todo mundo que passa está nos deixando malucos.&#8221;  Registar o que está acontecendo também é uma ótima maneira de te ajudar a organizar os seus pensamentos e encarar os problemas objetivamente. Essa é uma dica dos experts: nós fazemos isso com os nossos cães o tempo todo, sabendo que isso nos auxilia com os desafios caninos que nós próprios enfrentamos em casa, assim como vejo que esse hábito ajuda os clientes a lidar com os contratempos dos peludos deles.</p>
<p style="text-align: justify;">Em resumo, <strong>independentemente da origem do cachorro, oferecer um bom lar a um cão é sempre algo maravilhoso. Apenas mantenha em mente que trazer para casa um cão que não é mais um filhotinho implica em um conjunto diferente de desafios e oportunidades. </strong>Se você aprender a administrar as suas expectativas e repetir &#8220;paciência e acreditar, paciência e acreditar&#8221; de hora em hora, provavelmente dará tudo certo. Se você tiver sorte, acabará tendo seu próprio cão &#8220;um-em-um-milhão&#8221;, assim como aconteceu com o meu Cool Hand Luke.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Fonte: </strong>“Welcome – Helping a recently adopted adult dog adjust to new surroundings” – artigo escrito por  Patricia McConnell e publicado na revista <strong><a href="http://www.thebark.com/" target="_blank">The Bark</a></strong>, 65a. edição,  verão de 2010, págs 50, 52, 53 e 54.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Patricia B. McConnell</strong>, Ph.D,  CAAB (Comportamentalista Animal Certificada), é uma comportamentalista e  etologista animal e professora associada adjunta de Zoologia na Universidade de  Wisconsin, Madison, bem como autora de inúmeros livros sobre comportamento e  treinamento. Websites: <strong><a href="http://www.patriciamcconnell.com" target="_blank">www.patriciamcconnell.com</a></strong> e <strong><a href="http://www.theotherendoftheleash.com " target="_blank">www.theotherendoftheleash.com </a></strong></p>
<p style="text-align: center;"><a rel="attachment wp-att-2830" href="http://cachorroverde.com.br/site2009/?attachment_id=2830"><img class="aligncenter size-medium wp-image-2830" title="vilma01" src="http://cachorroverde.com.br/site2009/wp-content/uploads/2011/09/vilma01-300x200.jpg" alt="" width="455" height="302" /></a></p>
<p style="text-align: center;">Adote a Vilma, 5 anos, porte médio<strong><br />
</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="text-decoration: underline;"><strong>Observação: todos os cães (com exceção da Corah e da Polly, rs) que aparecem nesse post estão disponíveis para adoção em São Paulo, e já estão castrados, vacinados e vermifugados. Se tiver interesse em conhecer algum deles, deixe um comentário ou escreva para: contato@cachorroverde.com.br</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;">Bom apetite e uma lambida do Cachorro Verde!<strong><br />
</strong></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://cachorroverde.com.br/site2009/?feed=rss2&#038;p=2666</wfw:commentRss>
		<slash:comments>10</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Os cães americanos e suas muitas opções de dietas</title>
		<link>http://cachorroverde.com.br/site2009/?p=2776</link>
		<comments>http://cachorroverde.com.br/site2009/?p=2776#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 30 Aug 2011 20:01:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sylvia Angélico</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cães]]></category>
		<category><![CDATA[Cardápios]]></category>
		<category><![CDATA[Cotidiano]]></category>
		<category><![CDATA[Nutrição]]></category>
		<category><![CDATA[Ração]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação natural cachorro Estados Unidos]]></category>
		<category><![CDATA[dieta natural cães Estados Unidos]]></category>
		<category><![CDATA[ração americana para cachorro]]></category>
		<category><![CDATA[rações americanas para cães]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://cachorroverde.com.br/site2009/?p=2776</guid>
		<description><![CDATA[Assino uma matéria publicada na revista online Au. do mês de agosto (4a. edição), páginas 6-11, sobre as variadas, apetitosas e  nutritivas opções de dietas à disposição dos caninos que moram nos Estados Unidos. Confira, clicando aqui,  e leia também excelentes artigos comandados pela amiga Ana Corina, do site Mãe de Cachorro Também é Mãe! [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="socialize-in-content" style="float:right;"><div class="socialize-in-button socialize-in-button-vertical"><script type="text/javascript">
			<!-- 
				tweetmeme_url = "http://cachorroverde.com.br/site2009/?p=2776";
				tweetmeme_source = "tweetmeme";
				tweetmeme_style = "normal";
				
			//-->
			</script>
                        <script type="text/javascript" src="http://tweetmeme.com/i/scripts/button.js"></script></div><div class="socialize-in-button socialize-in-button-vertical"><script>
			<!-- 
			var fbShare = {
				url: "http://cachorroverde.com.br/site2009/?p=2776",
				size: "large",
				google_analytics: "true"
			}
			//-->
			</script>
                        <script src="http://widgets.fbshare.me/files/fbshare.js"></script></div></div><p style="text-align: justify;">Assino uma matéria publicada na revista online Au. do mês de agosto (<strong><a href="http://pt.scribd.com/doc/63122731/Revista-Au-N%C2%BA04" target="_blank">4a. edição</a></strong>), páginas 6-11, sobre as variadas, apetitosas e  nutritivas opções de dietas à disposição dos caninos que moram nos Estados Unidos. Confira, <strong><a href="http://pt.scribd.com/doc/63122731/Revista-Au-N%C2%BA04" target="_blank">clicando aqui</a></strong>,  e leia também excelentes artigos comandados pela amiga Ana Corina, do site <strong><a href="http://www.maedecachorro.com.br" target="_blank">Mãe de Cachorro Também é Mãe</a></strong>!</p>
<p style="text-align: center;"><a rel="attachment wp-att-2777" href="http://cachorroverde.com.br/site2009/?attachment_id=2777"><img class="size-medium wp-image-2777 aligncenter" title="materia_Au_1" src="http://cachorroverde.com.br/site2009/wp-content/uploads/2011/08/materia_Au_1-223x300.jpg" alt="" width="253" height="338" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><a rel="attachment wp-att-2778" href="http://cachorroverde.com.br/site2009/?attachment_id=2778"><img class="size-medium wp-image-2778 aligncenter" title="materia_Au_2" src="http://cachorroverde.com.br/site2009/wp-content/uploads/2011/08/materia_Au_2-226x300.jpg" alt="" width="226" height="300" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><a rel="attachment wp-att-2778" href="http://cachorroverde.com.br/site2009/?attachment_id=2778"><br />
</a><a rel="attachment wp-att-2780" href="http://cachorroverde.com.br/site2009/?attachment_id=2780"><img class="size-medium wp-image-2779 aligncenter" title="materia_Au_3" src="http://cachorroverde.com.br/site2009/wp-content/uploads/2011/08/materia_Au_3-228x300.jpg" alt="" width="228" height="300" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><a rel="attachment wp-att-2780" href="http://cachorroverde.com.br/site2009/?attachment_id=2780"><img class="size-medium wp-image-2780 aligncenter" title="materia_Au_4" src="http://cachorroverde.com.br/site2009/wp-content/uploads/2011/08/materia_Au_4-226x300.jpg" alt="" width="226" height="300" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><a rel="attachment wp-att-2781" href="http://cachorroverde.com.br/site2009/?attachment_id=2781"><img class="size-medium wp-image-2781 aligncenter" title="materia_Au_5" src="http://cachorroverde.com.br/site2009/wp-content/uploads/2011/08/materia_Au_5-225x300.jpg" alt="" width="225" height="300" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><a rel="attachment wp-att-2782" href="http://cachorroverde.com.br/site2009/?attachment_id=2782"><img class="size-medium wp-image-2782 aligncenter" title="materia_Au_6" src="http://cachorroverde.com.br/site2009/wp-content/uploads/2011/08/materia_Au_6-225x300.jpg" alt="" width="225" height="300" /></a></p>
<p style="text-align: left;">Bom apetite e uma lambida do Cachorro Verde!</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://cachorroverde.com.br/site2009/?feed=rss2&#038;p=2776</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>

